votos brancos e nulos

POR DENTRO DOS VOTOS VÁLIDOS

14/05/2011

 

Por Maurício Costa Romão

As últimas pesquisas do mês de setembro de 2010 apontavam nítida redução da vantagem em intenções de voto de Dilma Rousseff sobre a soma dos adversários, sinalizando que a eleição provavelmente não se definiria no primeiro turno, como esperavam os petistas e aliados.

À época havia mais dois fatores de apreensão para as hostes situacionistas na eleição presidencial: (1) o provável aumento da abstenção; (2) o eventual crescimento da incidência de votos nulos e brancos.

Sobre o primeiro fator, o próprio PT entrou no Supremo Tribunal Federal (STF) com ação para que a Corte declarasse inconstitucional a exigência de dois documentos – o título e um documento com foto – habilitando o eleitor a votar. O partido temia que o eleitorado mais simples, de baixa escolaridade e renda, segmento com maior propensão a votar em Dilma Rousseff, principalmente o residente do Nordeste e Norte do País, acabasse comparecendo em menor número às urnas, provocando grande abstenção.

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ABSTENÇÕES E VOTOS BRANCOS E NULOS: TRAJETÓRIA DO PRIMEIRO PARA O SEGUNDO TURNO

28/12/2010

 

Por Maurício Costa Romão

Fonte: elaboração do autor, com base em dados oficiais do TSE

VOTOS BRANCOS E NULOS EM ELEIÇÕES P/ PRESIDENTE: 1º E 2º TURNOS

25/10/2010

ELEIÇÕES P/ PRESIDENTE NOS ESTADOS DO NORDESTE, 2006/2010: VOTOS BRANCOS E NULOS E ABSTENÇÕES

09/10/2010

Por Maurício Costa Romão

Fonte: elaboração do autor, com base em dados do TSE

APREENSÕES NO CAMPO GOVERNISTA

28/09/2010

 

Imagem publicada no blog do IMN

Por Maurício Costa Romão

Além da pesquisa do Datafolha divulgada hoje, 28/09, que aponta nova redução da vantagem de Dilma Rousseff sobre a soma dos adversários, há mais três fatores de apreensão para as hostes situacionistas na eleição presidencial deste ano:

(1) o provável aumento da abstenção; (2) o eventual crescimento da incidência de votos nulos e brancos e (3) a possibilidade de que haja discrepância entre as intenções de voto consignadas à primeira colocada nas pesquisas, Dilma Rousseff, e os percentuais que se registrarão nas urnas.

Os três fatores podem exercer impacto negativo na votação esperada pelas forças governamentais, favoritas até agora a ganhar o pleito até mesmo no primeiro turno.

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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