Volatilidade

INTRODUZINDO O “FATOR DE VOLATILIDADE DO VOTO” NAS PESQUISAS ELEITORAIS

09/11/2012

 (Nota Técnica p/ Discussão)

Maurício Costa Romão

As pesquisas de véspera não podem ser comparadas com o resultado oficial porque há um número significativo de pessoas que não estavam com voto consolidado. O acertar é muita sorte” (Márcia Cavallari).

”… é um equívoco comparar a pesquisa da véspera com o resultado das urnas numa eleição marcada por mudanças bruscas nas intenções de voto”. (Mauro Paulino).

Imprevisibilidade

Os principais institutos de pesquisas de intenção de votos conseguem prognosticar acertadamente, dentro da margem de erro, cerca de 95% dos resultados nas eleições majoritárias do país. Este ano não foi diferente.

Entretanto, após algumas estimativas incorretas no primeiro turno desta eleição, o que reavivou as críticas aos institutos de pesquisa, o Ibope e o Datafolha, através de seus dirigentes técnicos, Márcia Cavallari e Mauro Paulino, em respectivo, deram exatamente a mesma justificativa para a ocorrência dos resultados diferentes dos registrados nas urnas.

Os executivos tributam tais disparidades a um fenômeno que se tem detectado recentemente nas eleições brasileiras: a paulatina mudança de comportamento do eleitorado que, cada vez mais, posterga sua decisão de voto para os dias finais das eleições.

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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