TV

INFLUÊNCIA DA TV NOS RESULTADOS DAS ELEIÇÕES

09/08/2012

 Eleitor

 A TV ainda é o meio mais importante na campanha eleitoral para conquistar o eleitor?

Maurício Costa Romão

Sim! A experiência de várias eleições tem mostrado que a TV e o rádio são os meios mais importantes e, sobretudo, eficazes, de as campanhas eleitorais chegarem diretamente aos eleitores. O horário eleitoral, principalmente o transmitido pela TV, muda a história das eleições.  Trata-se, também, de uma questão de escala: enquanto a abordagem de eleitores na rua, em pontos de fluxo, ou em suas residências tem alcance fisicamente limitado, a comunicação por rádio e TV leva instantaneamente as mensagens dos candidatos a milhares e milhares de eleitores, incluindo os que se encontram nos mais distantes e inacessíveis rincões.

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NANICOS AUMENTAM TEMPO DE TV E GANHAM TRUNFO EM NEGOCIAÇÕES

01/01/2011

 

SILVIO NAVARRO
DE SÃO PAULO
 

Novas bancadas dão a siglas pequenas mais espaço na propaganda

O crescimento das bancadas na Câmara dos Deputados dos partidos que apoiaram a eleição da presidente Dilma Rousseff (PT) renderá a siglas de pequeno e médio porte um trunfo para negociar alianças nas futuras eleições: o tempo de TV.

Nas próximas disputas, partidos como PR, PSB, PSC, PDT, PP e PRB, que ampliaram suas bancadas de deputados, terão direito a um espaço maior na propaganda eleitoral na TV.

Isso porque dois terços do tempo -16min40s dos 25min- destinado a cada sigla pela Justiça Eleitoral são calculados proporcionalmente ao tamanho das bancadas de deputados. Por exemplo: o PR, que de largada tem direito a 48 segundos, passará a ter 1min20s. A legenda saltou de 25 eleitos em 2006 para 41. O crescimento ocorreu na esteira dos votos do palhaço Tiririca (SP), deputado federal mais bem votado do país, e de Anthony Garotinho (RJ).

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POLÍTICA PATAFÍSICA

13/11/2010

 

Fernando Rodrigues

Folha de S.Paulo, 07/11/2010

QUANDO UMA ELEIÇÃO termina, sobram alguns consensos. Em 2010, um deles é a afirmação de que os debates entre os candidatos são quase sempre enfadonhos e pouco servem ao seu propósito principal de confrontar ideias.

Chegou-se a uma situação surreal no último debate antes do primeiro turno, realizado pela Rede Globo em 30/9. Beneficiados por regras bizantinas, os dois principais concorrentes ao Planalto não fizeram perguntas um ao outro.

Dilma Rousseff não perguntou nada a José Serra. O tucano tampouco demandou algo da petista. Os candidatos tinham a seu favor as regras e queriam desviar de qualquer fricção. Os marqueteiros optaram pelo jogo na retranca, sem expor seus produtos ao risco de parecerem beligerantes.

ANARQUIA

O modelo engessado decorre de uma conjuntura lentamente construída ao longo dos últimos 30 anos. Havia uma certa anarquia na volta do país à democracia, no início da década de 80. No YouTube, é possível assistir a trechos de alguns acalorados debates entre candidatos a governador em 1982, a primeira disputa direta para esse cargo depois de muitos anos de eleições indiretas “manu militari” – durante a última ditadura (1964-85).

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PALCO DA TV EXPLICA DISPARADA DE DILMA

22/08/2010
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MAURO PAULINO
DIRETOR-GERAL DO DATAFOLHA
ALESSANDRO JANONI
DIRETOR DE PESQUISAS DO DATAFOLHA

Em um mês, o cenário da disputa pela Presidência da República sofreu alterações importantes. Estável desde maio, com o empate entre Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), o quadro passou a apontar nova tendência há uma semana.

A ex-ministra de Lula disparou na liderança e passou a figurar como grande favorita, com possibilidade de vitória já no primeiro turno.Como já demonstrado pelo Datafolha, o papel de Lula foi essencial para a evolução de sua pupila, mas é impossível negar a força de mais uma protagonista nesse roteiro.

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NO BRASIL, A TV É MUITO MAIS IMPORTANTE DO QUE A INTERNET

08/08/2010

 

Por Fernando Rodrigues

Folha de S.Paulo, 28/07/2010A pesquisa Datafolha coloca ciência numa tese sempre propagada pelos marqueteiros: a massa de eleitores disponível para ser influenciada está em frente à TV (segundo o Datafolha, 65% dos entrevistados afirmam que a TV é a mídia preferida para obter informações. Os jornais aparecem em segundo lugar, com 12% de preferência, e a internet e o rádio vêm em terceiro, com 7% cada um. Conversas com amigos ou familiares são apontadas por 6%. Texto extraído da matéria de Uirá Machado, na Folha, na mesma reportagem do dia 28/07, e inserido aqui por MCR).

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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