Seg. Turno

DESEMPENHO DAS PESQUISAS NO 2º TURNO

01/11/2010

 Por Maurício Costa Romão

A grande maioria das análises sobre desempenho de pesquisas eleitorais se debruça sobre a averiguação dos números estimados nos últimos levantamentos dos diferentes institutos e suas divergências, maiores ou menores, vis-à-vis os resultados oficiais.

Por essa sistemática, computam-se as estimativas de intenções de voto das pesquisas e observam-se as que ficam fora da margem de erro, quando comparadas com as totalizações oficiais. Resultados fora da margem são considerados erros de previsão dos institutos de pesquisa.

A tabela que acompanha o texto apresenta as intenções de voto previstas pelos institutos para os dois candidatos e ainda, a média, em valores absolutos, das discrepâncias entre as previsões dos institutos e os resultados das urnas, as margens de erro, as datas de trabalho de campo das pesquisas e, finalmente, na última coluna, os dados oficiais do TSE.

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ÚLTIMA RODADA DE PESQUISAS DO 2º TURNO

31/10/2010

ESTADOS PRÓ-DILMA TENDEM A TER MAIOR ABSTENÇÃO

30/10/2010

Fernando Rodrigues

UOL Notícias, 30/10/2010

  onde não há 2° turno para governador, mais eleitores deixam de votar…
Levantamento feito pelo blog com dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) mostra que, em 2002 e em 2006, a abstenção foi maior em Estados onde não houve 2° turno para governador. Ou seja, menos eleitores votaram para presidente. Em 2010, essa tendência pode provocar uma diminuição do comparecimento em Estados onde Dilma Rousseff (PT) venceu o 1° turno.

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SÍNTESE DAS PESQUISAS DO SEGUNDO TURNO

29/10/2010

 

Fonte: elaboração do autor, com base em pesquisas do Datafolha (5), Ibope (3), Vox Populi (3) e Sensus (3).

Fonte: elaboração do autor, com base em pesquisas do Datafolha (5), Ibope (3), Vox Populi (3) e Sensus (3).

Por Maurício Costa Romão

Neste segundo turno foram publicadas 14 pesquisas de abrangência nacional levadas a efeito pelos grandes institutos que vem cobrindo a eleição presidencial deste ano: Datafolha, Ibope, Vox Populi e Sensus.

Exceto em relação ao Datafolha, que realizou 5 levantamentos, incluindo o que foi divulgado na madrugada desta sexta-feira 29/10, os demais institutos fizeram 3 pesquisas cada.

Para facilitar a compreensão dos números dessas pesquisas, que têm metodologias distintas e cujos trabalhos de campo são realizados em períodos o mais das vezes não coincidentes, é conveniente calcular a média de intenção de votos entre elas, para cada um dos candidatos.  

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2º TURNO NOS ESTADOS: NOVAS PESQUISAS

27/10/2010
Por Maurício Costa Romão

Fonte: elaboração do autor, com base em F. Rodrigues (UOL). Nomes em vermelho, apoiadores de Dilma(PT); nomes em azul, apoiadores de Serra(PSDB). * Candidato à reeleição.

Fernando Rodrigues

UOL, 26/10/2010

 A 5 dias do 2° turno (31.out.2010), 6 aliados de Dilma (PT) e 3 de Serra (PSDB) são favoritos nas eleições para governadores. O dado foi extraído das pesquisas mais recentes feitas no Distrito Federal e nos 8 Estados onde a eleição para governador foi para o 2° turno.

Abaixo, quadro com os percentuais de votos válidos obtidos pelos candidatos nas sondagens. A contagem dos votos válidos exclui brancos e nulos do total, como na apuração real da votação.

Como o Blog indicou em 19.out.2010, as pesquisas só apontam virada, em relação ao 1° turno, no Amapá. Camilo Capiberibe (PSB) lidera, apesar de Lucas Barreto (PTB) ter ganhado a 1ª votação. Ambos, no entanto, apoiam Dilma e a troca de líder não altera o placar da disputa entre governistas e oposicionistas.

A mesma situação se repete na Paraíba e em Rondônia, onde os 2 candidatos são alinhados a Dilma e Lula. Em nenhum Estado a disputa ocorre entre 2 oposicionistas.

Dos 12 governistas que disputam o 2° turno para governador em 2010, 6 são favoritos. Dos 6 oposicionistas, 3 são favoritos. Esses números são os mesmos da estimativa feita imediatamente após o 1° turno.

Outro dado sobre o 2° turno de 2010: é o ano em que o menor percentual de eleitores vão votar, em 2° turno, para governador e presidente da República, apenas 14% do total. Em 2006, foram 41,4%. Em 2002, 53,3%.

Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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