Sarney

PERU À BRASILEIRA

11/06/2011

José Sarney

Folha de S.Paulo, 10/06/2011

O Peru, como o Brasil, teve em sua história recente comuns atropelos com os militares e divisões pseudoideológicas a pregar reformas de base esotéricas, xenofobias desesperadas e populismo anárquico. Tal fase, para eles, só acabou em 1985, com o término do mandato de Belaúnde Terry e a eleição de Alan García (em seu primeiro governo). A política peruana sempre foi comandada pela aristocracia crioula de Lima ou pelos “incas”, militares que comandavam, como Velasco Alvarado, ideias autoritárias com base ideológica. Era frágil a estrutura democrática e o interior permanecia com a população indígena mergulhada na miséria absoluta.

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PREVALECEU A LÓGICA! E AGORA?

04/05/2011

 

“O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), afirmou hoje que a classe política ‘está muito dividida’ sobre a proposta de extinguir as coligações partidárias”. Portal UOL, 28/04/2011.

(Artigo do autor, publicado nos jornais Diário de Pernambuco e O Norte, em 04/05/2011)

Por Maurício Costa Romão

Depois da decisão do pleno do STF de que os suplentes das coligações proporcionais é quem têm direito à ocupação de cadeiras parlamentares decorrentes de vacância legislativa, resta a preocupação de que essa resolução dê sobrevida às próprias coligações, até então ameaçadas de extinção, na eventualidade de uma reforma eleitoral.

As liminares exaradas pelo STF desde dezembro passado em prol dos suplentes dos partidos reforçaram nos parlamentares, que iniciavam a presente legislatura, o sentimento, de resto já bastante generalizado, de que as alianças proporcionais deveriam acabar no sistema eleitoral em vigor, posto que nem mesmo tinham mais o direito de seus suplentes preencherem vagas nos Parlamentos.

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PESQUISAS QUE FALAM

28/08/2010
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José Sarney, Folha de S.Paulo, 27/08/2010

É de autor maldito, o ditador Franco, a afirmação de que, como fazia pesquisa, sabia que o povo estava a seu lado e não ia gastar dinheiro em fazer eleição. Ele identificou prematuramente, mas de modo equivocada e maléfico, um dos instrumentos que mais marcam as democracias modernas: as pesquisas eleitorais. Quem está no governo e lê os resultados -aprova, desaprova, bom, ruim e péssimo- sente calafrios.

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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