Resultados

PESQUISA ELEITORAL E CRONOLOGIA

13/12/2012

Eleitor

“Normalmente a gente vê uma pesquisa de intenção de votos publicada em um determinado jornal, observa os resultados, mas dá pouca atenção à data em que a pesquisa foi realizada. Essa data é, assim, tão importante?”

Maurício Costa Romão

Muito importante! A cronologia no âmbito das pesquisas de intenção de votos é um aspecto fundamental na correta interpretação dos resultados. O eleitor tem sempre que reparar quando foi feita cada pesquisa.

A data de aplicação de questionários no campo é transcendental: as datas mais recentes são as mais relevantes, porque incorporam a evolução mais atual do dinâmico panorama político-eleitoral e captam os últimos sentimentos do eleitor. Uma pesquisa divulgada hoje pode estar defasada, dependendo de quando foi a campo.

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INFLUÊNCIA DA TV NOS RESULTADOS DAS ELEIÇÕES

09/08/2012

 Eleitor

 A TV ainda é o meio mais importante na campanha eleitoral para conquistar o eleitor?

Maurício Costa Romão

Sim! A experiência de várias eleições tem mostrado que a TV e o rádio são os meios mais importantes e, sobretudo, eficazes, de as campanhas eleitorais chegarem diretamente aos eleitores. O horário eleitoral, principalmente o transmitido pela TV, muda a história das eleições.  Trata-se, também, de uma questão de escala: enquanto a abordagem de eleitores na rua, em pontos de fluxo, ou em suas residências tem alcance fisicamente limitado, a comunicação por rádio e TV leva instantaneamente as mensagens dos candidatos a milhares e milhares de eleitores, incluindo os que se encontram nos mais distantes e inacessíveis rincões.

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PESQUISA ELEITORAL E A DATA DOS TRABALHOS DE CAMPO

03/02/2012

 

Eleitor

 Normalmente a gente vê uma pesquisa de intenção de votos publicada em um determinado jornal, observa os resultados, mas quase nunca presta atenção às datas em que a pesquisa foi realizada. Eu acho isso um erro grave!”

Maurício Costa Romão

 

Você tá corretíssimo nessa colocação! A cronologia é um aspecto muito importante a que o eleitor normalmente não dá muita atenção. Ele tem sempre que reparar quando foi feita cada pesquisa. A data de aplicação de questionários no campo é fundamental: as datas mais recentes são as mais relevantes, porque incorporam a evolução mais atual do panorama político-eleitoral e captam os últimos sentimentos do eleitor. Uma pesquisa divulgada hoje pode estar defasada, dependendo de quando foi a campo.

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ELEIÇÕES MAJORITÁRIAS: SUPERESTIMANDO AS INTENÇÕES DE VOTO DO PRIMEIRO COLOCADO NAS PESQUISAS

30/12/2010

 

Fonte: elaboração do autor, com base nas pesquisas listadas e nos números oficiais do TSE

 

  Por Maurício Costa Romão

Na configuração de votos válidos, em que disputam duas forças – simplificadamente, para efeito expositivo, “situação” e “oposição” – o crescimento da quantidade de votos de uma força significa decrescimento da outra, na mesma proporção. A conquista de um voto para uma equivale a menos um voto para a outra.

Na hipótese de uma das forças sustentar uma diferença de 10 pontos percentuais de vantagem sobre a outra, a diferença será zerada se a força em desvantagem crescer apenas 5 pontos em intenção de votos. Um exemplo concreto pode auxiliar na explicação.

Até meados de setembro, cerca de duas semanas antes do pleito de 3 de outubro, os analistas políticos eram praticamente unânimes em considerar muito remota a chance de haver um eventual segundo turno na eleição presidencial do ano que passou.

De fato, levando-se em conta as pesquisas eleitorais nacionais realizadas pelos quatro grandes institutos que cobriram a eleição de 2010 (Sensus, Ibope, Datafolha e Vox Populi), desde agosto, especialmente a partir da segunda quinzena, as intenções de voto consignadas a Dilma Rousseff vinham sendo sistematicamente maiores do que a soma daquelas obtidas por José Serra e Marina Silva. Essa consistência numérica, ceteris paribus, garantiria vitória em primeiro turno para a candidata petista.

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Eleitores desconhecem termos de pesquisas

12/12/2010

Publicado pelo Jornal do Commercio, em 12.12.2010

Levantamento do Instituto Maurício de Nassau mostra que mais da metade do eleitorado estadual confia nos institutos de pesquisas, mas muitos não sabem o significado das expressões usadas

Ed Ruas

Especial para o JC

Mais da metade dos eleitores pernambucanos (53%) confiam em dados divulgados por institutos de pesquisas de intenção de votos. Essa é a conclusão de um estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN), que mede o impacto dos resultados divulgados por estes órgãos sobre o eleitorado. Baseada em 2.481 entrevistas em todo o Estado, a amostragem revela que 25% confiam em todos os institutos, 28% em apenas alguns e 33% do eleitorado não confiam em nenhuma instituição. Dos entrevistados, 14% afirmaram não saber ou não responderam.

Mas o que chama mais a atenção é o desconhecimento dos termos técnicos usados na divulgação das pesquisas. Nada menos que 86% dos eleitores não entendem o significado de “segmentação” e 59% não sabem o que quer dizer “margem de erro”. Outro fato curioso integra o estudo. Como o questionário elaborado pelo IPMN foi realizado com respostas espontâneas – quando o eleitor não recebe opções para as perguntas – o instituto apontado como mais confiável, com 36% de citações, foi o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que não realiza pesquisas eleitorais.

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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