Reforma Política

A REFORMA POLÍTICA FICOU PARA DEPOIS

27/12/2011

 

Marcos Coimbra

Blog do Noblat, 25/12/2011

Neste Natal, bem que os políticos brasileiros poderiam ter dado um presente ao país. Hoje, ao acordar e olhar o que o Papai Noel deixou ao pé da árvore, não seria bom se tivéssemos encontrado uma bela reforma política? Muita gente, se pudesse, teria preferido receber deles outros presentes. Quem sabe, o compromisso de não transigir com a ética. Ou a disposição de não tolerar que qualquer recurso público fosse desviado. Ou o empenho em cumprir o papel que, para eles, estabelece a Constituição.

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REFORMA COM LISTA!

27/11/2011

Henrique Fontana

O Globo, 14/11/2011

Todo modelo eleitoral tem distorções. No caso brasileiro, os equívocos se perpetuam no tempo, agravando uma situação que hoje já se mostra intolerável. O acompanhamento dos resultados das últimas eleições brasileiras revela, de maneira inequívoca, um quadro que, em última análise, distorce o caráter democrático que deveria prevalecer nas disputas eleitorais. Esta situação torna imperativa uma reforma política. É preciso que o processo eleitoral seja, efetivamente, mais democrático e transparente. Os eleitores brasileiros convivem com um modelo no qual as anomalias, se não prevalecem, são suficientes para distorcer os resultados de um processo no qual a isonomia e a igualdade de condições deveriam prevalecer.

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REFORMA POLÍTICA E GOVERNABILIDADE

22/11/2011

Deputado Gustavo Fruet


Câmara dos Deputados, 2003
As eleições deste ano evidenciaram, mais uma vez, distorções que precisam ser corrigidas no processo político brasileiro. Mas é na costura de acordos que os eleitos conduzem para garantir a governabilidade que se verifica com maior intensidade a necessidade de uma reforma política no País. Para o presidente e governadores eleitos, o primeiro grande desafio será produzir uma maioria legislativa que permita a aprovação de medidas que darão sustentação aos seus programas de governo.

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REFORMA ELEITORAL: ENTREVISTA COM MAURÍCIO COSTA ROMÃO

07/11/2011

Por Maurício Costa Romão

Já se percebe um grande esfriamento nas discussões sobre a Reforma Política, especialmente na mudança de sistema eleitoral. Por quê?

Houve vários equívocos no encaminhamento dessa Reforma, começando pela formação de duas Comissões no Congresso, ao invés de uma Mista. Com visões de mundo diferentes, os componentes das duas Casas dificilmente apresentariam propostas convergentes. No caso da mudança de sistema eleitoral, o impasse começou logo de início, quando os dois maiores partidos do Congresso expressaram preferências diametralmente opostas sobre qual sistema adotar: o PT aderiu ao voto em lista pré-ordenada e o PMDB à invencionice do voto majoritário na modalidade distritão.

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REFORMA TEM NOVO ADIAMENTO

06/10/2011

 

Folha de Pernambuco, 06/10/2011

BRASÍLIA (Folhapress) – O relatório sobre a reforma política deve ser votado na comissão especial da Câmara apenas no final do mês. O assunto deveria ser votado ontem, mas foi adiado após pedido do próprio relator, deputado Henrique Fontana (PT-RS). A alegação é que sua proposta não contava com maioria e portanto poderia ser derrotada.

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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