Quociente eleitoral

QUOCIENTE ELEITORAL

10/05/2011

Por Maurício Costa Romão

Fonte: elaboração do autor, com base em dados do TRE-PE

QUOCIENTE ELEITORAL: CONCEITO E EXEMPLOS

29/04/2011

Por Maurício Costa Romão

APLICAÇÃO DA METODOLOGIA QUE IMPEDE TRANSFERÊNCIA DE SOBRAS ELEITORAIS DE PUXADORES DE VOTO

30/03/2011

 

Por Maurício Costa Romão

Nas discussões da reforma política sobre os sistemas de eleição de parlamentares um dos argumentos mais usados pelos que preconizam a adoção do modelo majoritário – em que são eleitos os candidatos mais votados, independente do partido a que pertençam – é que a nova modalidade eliminaria uma excrescência do mecanismo proporcional em vigor, segundo a qual postulantes com votações irrisórias são guindados ao Parlamento arrastados por grandes votações dos chamados puxadores de voto.

O argumento defendido neste texto é o de que a questão dos puxadores de voto pode ser resolvida no âmbito do atual modelo proporcional, não havendo necessidade de mudança de sistema eleitoral por conta deste caso específico.

Com efeito, em recente proposta de reforma eleitoral* foi apresentada uma metodologia que elimina a possibilidade de candidatos olímpicos tornarem-se parlamentares com sobras eleitorais de puxadores de votos**. Leia mais…

PUXADORES DE VOTOS POR ESTADO – ELEIÇÃO 2010 – DEP. FEDERAL

17/03/2011

Por Maurício Costa Romão

Fonte: elaboração do autor, com base no portal do Estadão, 04/03/2011

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ENTENDA COMO FUNCIONA A ELEIÇÃO PARA DEPUTADO

01/10/2010

Imagem publicada no blog do IMN

Sistema faz com que nem sempre os mais votados sejam eleitos.

Eduardo Bresciani, do G1, em Brasília

No próximo domingo, 3 de outubro, eleitores vão às urnas em todo o Brasil para eleger presidente da República, governador, senador e deputados federais, estaduais e distritais. Para os três primeiros cargos, a eleição é majoritária, ganhando quem tem mais voto. No caso dos deputados, no entanto, o sistema é proporcional, e os escolhidos são definidos após muitos cálculos. Estão em disputa nestas eleições 513 vagas na Câmara dos Deputados e 1.059 vagas nos legislativos dos estados e do Distrito Federal.

Na urna, os eleitores vão digitar quatro números para escolher seu candidato a deputado federal e cinco números para optar para deputado estadual ou distrital. Os dois primeiros números são sempre o do partido do candidato. O número do partido é importante porque nas eleições proporcionais é pelos partidos ou coligações que são divididas as cadeiras no Legislativo.

Na hora da totalização dos votos, a Justiça Eleitoral exclui os votos brancos e nulos, que não beneficiam nenhum candidato, para fazer a divisão das vagas. Na sequência, é calculado o quociente eleitoral. Este é o número que cada partido ou coligação precisa alcançar para conseguir uma cadeira no Legislativo.

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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