Quociente eleitoral

QUOCIENTES ELEITORAIS 2014: ESTIMATIVAS X RESULTADOS DAS URNAS

05/01/2015

Fonte: elaboração própria com base em dados do TSE p/ 2006. 2010 e 2014

Maurício Costa Romão

As estimativas dos quocientes eleitorais dos estados brasileiros postadas no blog, no dia 29 de julho de 2014, basearam-se na seguinte seqüência metodológica:

Dado o eleitorado fornecido pelo TSE para o mês de julho de 2014, observou-se a abstenção verificada em cada um dos estados nos anos de 2006 e 2010, projetando-a para 2014 em duas situações: uma, tomando a média aritmética dos anos respectivos e outra, considerando 2014 igual a 2010. A partir dessas duas estimativas foram obtidos dois valores para a variável votos apurados em 2014.

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METODOLOGIA DE ESTIMATIVAS DE QUOCIENTES ELEITORAIS PARA A ELEIÇÃO DE 2014 NOS ESTADOS BRASILEIROS

29/07/2014

Fonte: elaboração própria com base em dados do TSE p/ 2006. 2010 e 2014 (eleitorado)

Maurício Costa Romão

Todo partido que concorre aos pleitos proporcionais se defronta com duas alternativas mutuamente exclusivas: (a) disputar isoladamente ou (b) mediante celebração de alianças com outras agremiações. A opção será tomada em função dos resultados eleitorais que espera obter em cada caso*.

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MAURÍCIO ROMÃO CALCULA AS CHANCES DO G6 NAS ELEIÇÕES DE 2014 (Matéria na Mídia)

20/01/2014

 

Blog de Jamildo

Maurício Romão calcula as chances do G6 nas eleições de 2014

Publicado em 20/01/2014 às 17:29 por jamildo em Notícias

Por Maurício Costa Romão

Permitam-me dar alguns números para ilustrar a interessante matéria publicada na quarta-feira (15/01) no Blog de Jamildo sobre a articulação encetada por Luciano Bivar para a formação de uma chapa proporcional com seis pequenas legendas (PHS / PRP / PSL/ PSDC / PRTB / PTdoB).

A nível estadual essa aliança é realmente competitiva em 2014, podendo eleger cinco deputados diretamente pelo quociente partidário e ainda lutar, embora com chances reduzidas, por uma vaga adicional por sobra de votos.

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METODOLOGIA DE ESTIMATIVAS DE QUOCIENTES ELEITORAIS

28/11/2013

Fonte: elaboração do autor com base em dados do TSE e IBGE

 Maurício Costa Romão

Todo partido que concorre aos pleitos proporcionais se defronta com duas alternativas mutuamente exclusivas: (a) disputar isoladamente ou (b) mediante celebração de alianças com outras agremiações. A opção será tomada em função dos resultados eleitorais que espera obter em cada caso*.

Para tomar uma das duas decisões, (a) ou (b), a variável fundamental a ser levada em consideração é o quociente eleitoral (QE).

O QE representa número mínimo de votos válidos que cada partido ou coligação tem de ter para assegurar vagas no Parlamento (§ 2º do art. 109 do Código Eleitoral). Votações abaixo desse número mínimo impedem partidos e coligações de participar da distribuição de vagas legislativas.

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MANIFESTAÇÕES DE RUA E ALIENAÇÃO ELEITORAL

19/11/2013

Maurício Costa Romão

Os movimentos insurgentes de junho, enquanto arena de mobilização popular de rua, criaram a falsa impressão de que haviam sido de caráter episódico, visto que desapareceram repentinamente.

Ledo engano. As pesquisas eleitorais que se sucedem umas às outras – funcionando como caixa de ressonância do pensamento da população – têm revelado que as insatisfações permanecem latentes, só que agora externalizadas de forma recôndita. A queda substancial na avaliação da gestão de governantes desde o meio do ano, urbi et orbi, é prova eloquente disso.

É muito provável, portanto, que essas inquietudes perdurem até as eleições, mesmo porque algumas das demandas que as motivaram não podem ser atendidas no curto prazo, e outras tantas ainda não sensibilizaram seus destinatários, particularmente as de cunho ético-político.

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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