PT

COMO INSTITUIR PROPORCIONALIDADE NAS COLIGAÇÕES

22/12/2014

Maurício Costa Romão

Os sistemas proporcionais de eleição de parlamentares se alicerçam no principio de que o número de cadeiras conquistado pelos partidos deve ser o mais possível proporcional aos votos recebidos.

No contexto das coligações partidárias do mecanismo eleitoral brasileiro, o princípio da proporcionalidade não é observado: a ocupação das vagas parlamentares pelos partidos não é feita em consonância com a proporção dos votos obtida.

Essa grave distorção, muito comum na evidência empírica das eleições proporcionais brasileiras, contraria a vontade do eleitor e impacta negativamente na credibilidade do sistema vigente.

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O PT DE PERNAMBUCO NA ELEIÇÃO PARA DEPUTADO FEDERAL EM 2014

18/12/2014

Mauricio Costa Romão

Nas eleições do estado para deputado federal em 2014 o PT fez parte da chapa “Pernambuco vai mais longe”, composta por seis partidos: PTB, PT, PDT, PSC, PRB e PTdoB.

Esta aliança conquistou seis cadeiras no Parlamento Federal, sendo quatro delas alocadas ao PTB, que recebeu 465.366 votos, a maior votação da aliança. As outras duas cadeiras destinaram-se ao PDT (138.156 votos) e ao PSC (107.856 votos), uma para cada sigla.

Embora tenha obtido 384.699 votos o PT não conseguiu ascender ao Legislativo. Note-se que a votação petista é relativamente próxima da do PTB, mais de que o triplo da do PSC e 2,8 vezes maior do que a do PDT.

[Tivesse concorrido isoladamente, o PT elegeria dois parlamentares, Mozart Sales e João da Costa, e ainda teria uma pequena sobra de votos (0,1452 de uma cadeira) para concorrer a uma vaga adicional].

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JUNHO, PETROBRÁS, CINISMO

21/09/2014

Maurício Costa Romão

Entre as várias bandeiras hasteadas pela população nas ruas, em junho de 2013, três delas tremularam em mastros mais elevados: a do basta na corrupção, a de nova prática política, alicerçada na ética, e a de serviços públicos de qualidade.

Essas demandas da massa insurgente que ocupou as ruas físicas na ocasião, e que continua até agora reverberando reclamos nas ruas virtuais, não foram sequer tangenciadas quanto ao seu atendimento mínimo.

Daí o sentimento de insatisfação que grassa na sociedade com a situação no país. Sentimento esse que resvalou até para certo tensionamento social, visível antes da Copa do Mundo.

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A CONTROVÉRSIA DOS 17%

25/04/2014

Maurício Costa Romão

Publicação de matéria assinada por Fernando Rodrigues na Folha de S.Paulo (FSP), no dia 21 do corrente, sob o título “Rivais empatam em cenário só com eleitores que os conhecem”, tem gerado algumas contestações.

A matéria faz uso da pesquisa do Datafolha de 2 e 3 de abril e mostra as intenções de voto para presidente apenas entre os eleitores que conhecem “muito bem” ou “um pouco” os três principais pré-candidatos, Dilma Rousseff, Aécio Neves e Eduardo Campos.  

No universo que conhece os três postulantes, Eduardo lidera as intenções de voto com 28%, Dilma vem a seguir com 26% e Aécio tem 24%.  Este resultado é bem diferente daquele apresentado na pesquisa completa, na qual Dilma aparece na frente com 38%, Aécio pontua 16% e Eduardo alcança 10% (os outros candidatos somam 6%).

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COMENTÁRIOS SOBRE CRÍTICAS À PESQUISA CNI/IBOPE

01/04/2014

Amigo Gilberto

A propósito de matéria publicada na sexta (28/03), no Blog da Folha, sob o título PT questiona pesquisa Ibope sobre avaliação de Dilma”, permita-me tentar ajudar nos esclarecimentos das questões levantadas pelo Partido dos Trabalhadores.

Na página do PT no Facebook o partido posta matéria intitulada “Algo estranho no ar”, em que critica a pesquisa do CNI/Ibope na qual Dilma tem sua popularidade (mensurada pelos conceitos de ótimo e bom) decrescida de 43% para 36%. In verbis:

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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