política

TEMPOS IDOS E VIVIDOS

20/11/2011

 

Editorial da Folha de Pernambuco, 19/11/2011

Recuando décadas atrás, mais precisamente aos anos 1956/1960, quando Juscelino Kubitschek exerceu a Presidência da República, e fazendo uma comparação com o ministério da presidente Dilma Rousseff, constataremos alguns aspectos, a exemplo da coalizão de sustentação, apesar demais de 50 anos decorridos. Kubitschek governou o País enfrentando, desde candidato, severa oposição, inclusive de natureza golpista. “Esse homem não pode ser candidato; se candidato não deve eleito; e se for vencedor, não deve tomar”, dizia a principal cassandra, o jornalista e depois governador da Guanabara, Carlos Lacerda.

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A TRAVESSIA, AINDA

18/11/2011

 

Aécio Neves

Folha de S.Paulo, 31/10/2011

Nesta semana, chegou ao circuito nacional de cinema o filme “Tancredo – A Travessia”, que completa a trilogia do documentarista Silvio Tendler, cujo olhar já havia percorrido os densos anos JK e Jango. Como nos trabalhos anteriores, o cineasta permite a diferentes gerações de brasileiros a oportunidade de visitarmos nossa própria história. Pelas imagens, descortina-se um país surpreendente, distante do Brasil do nosso tempo em um aspecto fundamental: a nítida aliança então existente entre a política e a sociedade.

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O ESPÍRITO DO NOSSO TEMPO

12/11/2011

 

Gaudêncio Torquato

Blog do Noblat, 10/10/2011

Que significado se pode extrair da constatação de que a família e os partidos políticos habitam as duas extremidades do território da confiança social? A resposta é exatamente o que a pergunta denota: o núcleo familiar (com 90 pontos) é a instituição que mais merece respeito da sociedade, enquanto os atores políticos (com apenas 28 pontos) são os mais desacreditados, conclusão que ganha peso com o apêndice de que o Congresso Nacional está em penúltimo lugar (um pouco acima dos partidos) no ranking da confiança nacional.

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ALIANÇA POLÍTICA OU OPORTUNISMO ELEITORAL?

09/11/2011

Por Heloisa Helena
para o Acerto de Contas

O debate sobre as alterações da legislação eleitoral há décadas se arrasta moribundo no Congresso Nacional! Atribuem aos penduricalhos relacionados ao tema uma pomposa denominação de Reforma Política mesmo sabendo ao proclamá-la que definitivamente não a querem se de alguma forma as alterações propostas modificarem os reinos dos podres poderes já devidamente consolidados.

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A FALTA QUE UM TANCREDO FAZ

06/11/2011

 

Augusto Nunes

Apud Blog do Noblat, 01/11/2011

Nas cenas finais de Tancredo, a Travessia, quem conhece razoavelmente o personagem acha que ficou faltando alguma coisa. Tal sensação poderia ser dissolvida, ou pelo menos abrandada, por uma tarja que, sublinhando as comoventes imagens de abertura, exibisse a advertência necessária: Tancredo Neves não cabe em 105 minutos. Essa é a duração do documentário que estreou nesta quinta-feira nas salas de cinema. Enquanto acompanha passo a passo a caminhada de um PhD em política que viveu como protagonista os episódios mais dramáticos ocorridos entre 1954 e 1985, o diretor Sílvio Tendler procura capturar-lhe a essência do pensamento e as características que forjaram o estilo incomparável. É muito assunto para pouco mais de uma hora e meia.

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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