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O “CONTROLE” DAS PESQUISAS ELEITORAIS (Parte II)

15/11/2012

 

Maurício Costa Romão

Parte II 

Voltando à sugestão do deputado pernambucano:

“Pela proposta do deputado federal, as empresas que fazem levantamentos eleitorais poderão sofrer penalidades e mesmo fechar, ou serem suspensas, caso as suas análises não se confirmem. Como a margem de erro dos institutos historicamente é de 3%, o instituto que errar acima dos 7,5% (sic) estabelecidos como margem, seria proibido de registrar pesquisas na próxima eleição. Na eleição seguinte, caso os erros se mantivessem, seria definitivamente fechado. E os donos pagariam multas a serem arbitradas”. Apud Jamildo Melo, no mencionado post.

É oportuno recorrer a um exemplo da evidência empírica para mostrar que essa proposta de Sílvio Costa não deve ser aplicada no mundo das pesquisas.

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INTRODUZINDO O “FATOR DE VOLATILIDADE DO VOTO” NAS PESQUISAS ELEITORAIS

09/11/2012

 (Nota Técnica p/ Discussão)

Maurício Costa Romão

As pesquisas de véspera não podem ser comparadas com o resultado oficial porque há um número significativo de pessoas que não estavam com voto consolidado. O acertar é muita sorte” (Márcia Cavallari).

”… é um equívoco comparar a pesquisa da véspera com o resultado das urnas numa eleição marcada por mudanças bruscas nas intenções de voto”. (Mauro Paulino).

Imprevisibilidade

Os principais institutos de pesquisas de intenção de votos conseguem prognosticar acertadamente, dentro da margem de erro, cerca de 95% dos resultados nas eleições majoritárias do país. Este ano não foi diferente.

Entretanto, após algumas estimativas incorretas no primeiro turno desta eleição, o que reavivou as críticas aos institutos de pesquisa, o Ibope e o Datafolha, através de seus dirigentes técnicos, Márcia Cavallari e Mauro Paulino, em respectivo, deram exatamente a mesma justificativa para a ocorrência dos resultados diferentes dos registrados nas urnas.

Os executivos tributam tais disparidades a um fenômeno que se tem detectado recentemente nas eleições brasileiras: a paulatina mudança de comportamento do eleitorado que, cada vez mais, posterga sua decisão de voto para os dias finais das eleições.

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COMENTÁRIOS À PROPOSTA DO DEP. SÍLVIO COSTA SOBRE A “INDÚSTRIA DAS PESQUISAS ELEITORAIS”

27/09/2012

Maurício Costa Romão

Parte I

No seu mui visitado blog o jornalista Jamildo Melo postou instigante matéria (Campo Minado”, 25/09/2012), em meio à qual transcreve trechos que embasam uma proposta de maior controle das pesquisas eleitorais, da lavra do nobre deputado federal Sílvio Costa, a ser apresentada à Câmara dos Deputados.

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MUITA CALMA NESSA HORA!

26/09/2012

Fonte: elaboração própria, com base em pesquisas do IPMN

Maurício Costa Romão

Os números da pesquisa de intenção de votos do IPMN para prefeito do Recife, com trabalho de campo nos dias de 24 e 25 de setembro, divulgados na web, nesta quarta-feira, 26/09, pelos portais LeiaJá e NE 10 (Geraldo Júlio com 40% de intenções de voto, Daniel Coelho com 21%, Humberto Costa com 19% e Mendonça Filho com 4%), trazem algumas revelações dignas de nota.

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QUADRO PREVISÍVEL

16/09/2012

Marcos Coimbra

Vox Populi, 03/09/2012
As recentes pesquisas da Vox Populi, do Ibope e do Datafolha, realizadas nas principais capitais nos últimos dias, revelam um quadro que, em seus traços gerais, era previsível. Incluindo os números de São Paulo, onde os três institutos apontaram cenário muito desfavorável a Serra. Só seus defensores mais extremados terão se surpreendido, pois as dificuldades que o tucano enfrentaria este ano eram óbvias.

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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