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O SENTIMENTO DE MUDANÇA

26/02/2014

Fonte: elaboração própria, com base em dados do Datafolha

Fonte: elaboração própria, com base em dados do Datafolha

Maurício Costa Romão

As pesquisas eleitorais que se sucedem umas às outras continuam mostrando haver na população brasileira grande contingente de eleitores – nada menos que dois em cada três – querendo que as ações do próximo presidente sejam diferentes das praticadas pela atual administração.

Desta feita, são os dois últimos levantamentos nacionais dos institutos MDA e Datafolha, realizados agora em fevereiro, que corroboram a existência desse desejo do brasileiro. Isso quer dizer que as sementes de insatisfação plantadas nas manifestações de junho passado permanecem brotando urbi et orbi.

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PESQUISAS ELEITORAIS: NOVAS INVESTIDAS DE CONTROLE

28/01/2014

Maurício Costa Romão

 O Blog do Magno Martins, na sua Coluna da segunda-feira (27/01), postou o seguinte texto:

“O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) quer proibir, através de projeto de lei, que institutos de pesquisas que trabalhem para governos ou partidos tenham contratos com meios de comunicação para divulgação de pesquisas eleitorais. O alvo são o Ibope e o Vox Populi”.

A questão de controle das pesquisas é recorrente: aparece no noticiário em todas as eleições majoritárias e há dezenas de projetos de lei no Congresso sobre o assunto.

Uns querem proibir a divulgação das pesquisas 15, 30, 45 dias antes do pleito, tolhendo o legítimo direito do público à informação e, na verdade, privilegiando apenas aqueles que podem pagar por ela e dela dispor da maneira que lhes aprouver.

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PESQUISAS: INDÍCIOS DE ESTABILIZAÇÃO NAS INTENÇÕES DE VOTO

12/12/2013

Fonte: elaboração própria com base em nove pesquisas nacionais

Maurício Costa Romão

Desde a celebração da coalizão PSB-Rede, na data-limite de 5 de outubro, foram realizadas nove pesquisas nacionais de intenção de votos pelos institutos Datafolha (2), Vox Populi, Ibope (2), Sensus, MDA, Ipespe e Paraná Pesquisas.

Esta última pesquisa foi levada a efeito agora, entre os dias 3 e 7 de dezembro, e apresentou, no cenário mais provável, Dilma Rousseff com 47,2% de intenção de votos, Aécio Neves com 20,5% e Eduardo Campos pontuando 11,3%. O bloco dos indecisos e dos que não iam votar em ninguém alcançou 21%.

O gráfico que acompanha o texto mostra a evolução das intenções de voto atribuídas a Dilma Rousseff, em contraste com a soma das intenções de voto dos possíveis adversários Aécio Neves e Eduardo Campos. Enquanto a linha vermelha se postar acima da linha azul, a eleição se encerraria no primeiro turno, caso fosse realizada nas datas apresentadas no gráfico.

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MUDANÇA VERSUS CONTINUIDADE

09/12/2013

Fonte: elaboração própria, com base em pesquisa do Datafolha (28-29/nov)

Maurício Costa Romão

As pesquisas eleitorais que se sucedem umas às outras continuam mostrando que a irrupção das manifestações de junho gerou sementes de insatisfação que permanecem brotando urbi et orbi.

Desta feita, são os dois últimos levantamentos dos institutos Ibope e Datafolha, no mês de novembro, que identificam haver na população grande contingente de eleitores – nada menos que dois em cada três – que quer mudanças na próxima administração presidencial (66% no Datafolha e 62% no Ibope).

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IPESPE: DILMA LIDERA, MAS ADVERSÁRIOS REAGEM

28/11/2013

Fonte: elaboração própria com base em várias pesquisas

Maurício Costa Romão

Uma nova pesquisa nacional divulgado ontem (26/11), levada e efeito pelo Ipespe, entre os dias 15 e 20 de novembro, mostra que Dilma Rousseff segue liderando as intenções de voto da corrida presidencial nos cenários submetidos aos eleitores.

Naquele cenário que parece ser o mais provável de acontecer – o que engloba a governante e os pré-candidatos Aécio Neves e Eduardo Campos – a presidente alcança 43%, Aécio 16% e Eduardo 12%, quadro que difere pouco de outros levantamentos recentes.

Embora exiba folgada margem de intenções de voto em relação à soma dos percentuais dos dois adversários, o que é indicativo de que a permanência desse hiato pode ensejar o término do pleito em sua primeira etapa, a presidente parece estar encontrando grande dificuldade de ultrapassar a média de 42% de intenções de voto que vem exibindo desde a celebração da coalizão PSB-Rede, sacramentada em cinco de outubro próximo passado.

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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