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MAURÍCIO ROMÃO CALCULA AS CHANCES DO G6 NAS ELEIÇÕES DE 2014 (Matéria na Mídia)

20/01/2014

 

Blog de Jamildo

Maurício Romão calcula as chances do G6 nas eleições de 2014

Publicado em 20/01/2014 às 17:29 por jamildo em Notícias

Por Maurício Costa Romão

Permitam-me dar alguns números para ilustrar a interessante matéria publicada na quarta-feira (15/01) no Blog de Jamildo sobre a articulação encetada por Luciano Bivar para a formação de uma chapa proporcional com seis pequenas legendas (PHS / PRP / PSL/ PSDC / PRTB / PTdoB).

A nível estadual essa aliança é realmente competitiva em 2014, podendo eleger cinco deputados diretamente pelo quociente partidário e ainda lutar, embora com chances reduzidas, por uma vaga adicional por sobra de votos.

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CRIAÇÃO DE MUNICÍPIOS E IRRESPONSABILIDADE FISCAL

04/11/2013

Maurício Costa Romão

 Levantamento do jornal Folha de S.Paulo, com o auxílio do IBGE, constatou que dos 595 municípios criados desde 1977, no Brasil, 570 nasceram com baixa qualidade de vida (medida pelo IDH, o índice de desenvolvimento humano, composto por indicadores de renda, escolaridade e saúde) e até hoje não superaram sequer os IDH médios dos respectivos estados.

As cidades de origem, as cidades-mãe desses 570 municípios, também não ultrapassaram o IDH dos seus estados após perderem área e população com o desmembramento. Então, do ponto de vista de desenvolvimento humano, as estatísticas são amplamente desfavoráveis aos novos municípios e às suas antigas sedes.

Mas é no contexto fiscal que a criação de cidades mostra sua faceta mais aterradora. Considere-se, por exemplo, o índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF). O IFGF é um indicador sintético alimentado por informações municipais relativas à Receita Própria, Investimentos, Gastos com Pessoal, Liquidez e Custo da Dívida. Quanto mais próximo de zero, mais crítica é a gestão do município, e quanto mais perto de um, mais a gestão é de excelência.

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EDUARDO MOSTRA FORÇA CONTRA DILMA EM PERNAMBUCO

29/10/2013

Fonte: elaboração própria com base em dados do IPMN

  Maurício Costa Romão

 

O Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN), em parceria com o Jornal do Commercio e o portal LeiaJá, realizou pesquisa de intenções de voto para presidente da República, no Estado de Pernambuco, com trabalho de campo levado a efeito entre os dias 21 e 22 deste mês de outubro. O levantamento tem margem de erro de 2,2 pontos de percentagem, para mais ou para menos, um nível de confiança de 95%, e aplicou 2.423 questionários.

O IPMN elaborou quatro cenários em que constam possíveis pré-candidatos: Dilma Rousseff (PT), Eduardo Campos (PSB), Aécio Neves (PSDB), José Serra (PSDB), Marina Silva (PSB) e Lula (PT) (vide tabela que acompanha o texto).

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O LOTEAMENTO DE VOTOS

02/10/2011

 

Editorial do Jornal do Commercio, 02/10/2011

Pernambuco está em processo de loteamento eleitoral descarado, como nunca se viu tão ostensivamente. É verdade, não se trata de uma grande novidade em nosso histórico político-eleitoral, mas agora as lideranças deixam muito claro que política é algo muito distante dos interesses dos governados. Antes de colocarem o problema da população na mesa e discutir o que pode e deve ser feito, o fundamental parece ser traçar os interesses partidários em determinado curral eleitoral ou, não sendo ainda um curral, tratar de conquistar a área. Para que, é outro problema.

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TOTALIZAÇÃO FINAL DO CENSO 2010 E O Nº DE DEPUTADOS EM PERNAMBUCO

09/12/2010

 

Por Maurício Costa Romão

Admita-se que no ano anterior à próxima eleição proporcional, 2013, no caso, o TSE edite novamente normas modificativas das bancadas federais dos estados. Em assim sendo, como ficaria o quantitativo de Pernambuco?

Pelos dados preliminares do Censo Demográfico de 2010, o estado perderia 2 deputados federais e dois estaduais (um deputado federal equivale a um estadual nos estados que têm mais de 12 parlamentares federais, que é o caso de Pernambuco cuja bancada é de 25). Todavia, com a totalização final dos dados do Censo divulgada recentemente, há perspectiva de o estado perder apenas um deputado federal e outro estadual.

Neste último decênio, já usando os dados definitivos do novo Censo, as taxas médias geométricas de crescimento anual do Brasil e de Pernambuco foram 1,17% e 1,06%, respectivamente.

Supondo que essas taxas se mantenham as mesmas no próximo triênio, as populações do país e do estado alcançariam, em 2013, 197,5 milhões e 9,1 milhões, em respectivo. Assim, o quociente populacional do país, fator que serve de proporcionalidade para calcular a quantidade de parlamentares federais dos estados, atingiria 385,0 mil habitantes por deputado federal.

Aplicando esse quociente em Pernambuco, obtém-se o número de 23,579 parlamentares federais, quer dizer, 24, arredondando para cima.

A prevalecerem esses números, a representação parlamentar pernambucana, na próxima legislatura, ficaria com 24 deputados federais e 48 estaduais.

Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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