PCR

PRIMEIRA PESQUISA PARA PREFEITO DO RECIFE NÃO TRAZ SURPRESAS

12/10/2019

Mauricio Costa Romão

O blog do Magno presenteou os interessados na política recifense com uma oportuna pesquisa de intenção de votos para prefeito da capital a exatamente um ano das eleições de 2020.

Com a pesquisa, levada a efeito pelo Instituto Opinião, nos dias 28  e 29 de setembro, tem-se um primeiro panorama quantitativo das preferências do eleitorado do Recife com vistas ao pleito do próximo ano.

Um levantamento assim, isolado, ainda distante da eleição, embora ofereça uma boa visão sobre o quadro eleitoral, diz muito pouco em termos estratégicos, de prognóstico, de futuro. Aqui não dá prá escapar do famoso clichê: “pesquisa é o retrato do momento”. E cada momento capta uma dada situação, um dado sentimento do eleitorado, um dado ambiente psicossocial, uma dada configuração político-eleitoral.

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A ESTAÇÃO JOÃO DA COSTA

22/03/2012

Adriano Oliveira

A realização de pesquisas eleitorais regulares possibilita a identificação de tendência e a construção de prognósticos. Numa série de pesquisa, o analista deve ficar atento à regularidade dos resultados e as mudanças, as quais podem vir representar tendência. Os eleitores estão numa trajetória. Nesta trajetória, eles fazem escolhas. No instante T1, ele pode optar por reprovar a administração do prefeito. No instante T2, ele opta por aprovar.

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PESQUISA NO RECIFE: PREFEITO LIDERA COM PEQUENA MARGEM E CENÁRIOS SÃO DE SEGUNDO TURNO

21/12/2011
 
Fonte: elaboração própria, com base na pesquisa do IPMN

 

 Maurício Costa Romão

O portal LeiaJá divulgou ontem, dia 20/12, números da pesquisa de intenções de voto para prefeito do Recife, realizada pelo Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN), entre os dias 13 e 14 deste mês de dezembro. O levantamento tem margem de erro de 3,5 pontos de percentagem, para mais ou para menos, um nível de confiança de 95% e aplicou 811 questionários.

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ARITMÉTICA DE CONVENIÊNCIA

13/09/2011

 

 (Artigo do autor, publicado no jornal do Commercio (PE), em 13/09/2011)

Por Maurício Costa Romão

Os vereadores podem até não ter tanta desenvoltura em matéria legislativa, mas certamente são versáteis em aritmética. Tanto assim é que descobriram uma maneira simples e direta de interromper a trajetória ascendente do quociente eleitoral que atormenta suas vidas. Esta variável é fruto da divisão dos votos válidos do pleito pelo número de vagas no Parlamento. Quanto mais elevado o quociente, mais difícil é a ascensão às Câmaras, tanto das atuais excelências, quanto das futuras.

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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