Partidos

NANICOS AUMENTAM TEMPO DE TV E GANHAM TRUNFO EM NEGOCIAÇÕES

20/12/2010

Novas bancadas dão a siglas pequenas mais espaço na propaganda

Silvio Navarro
Folha de S.Paulo, 19/12/2010

O crescimento das bancadas na Câmara dos Deputados dos partidos que apoiaram a eleição da presidente Dilma Rousseff (PT) renderá a siglas de pequeno e médio porte um trunfo para negociar alianças nas futuras eleições: o tempo de TV.

Nas próximas disputas, partidos como PR, PSB, PSC, PDT, PP e PRB, que ampliaram suas bancadas de deputados, terão direito a um espaço maior na propaganda eleitoral na TV. Isso porque dois terços do tempo -16min40s dos 25min- destinado a cada sigla pela Justiça Eleitoral são calculados proporcionalmente ao tamanho das bancadas de deputados.

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PROPORCIONAIS DESPROPORCIONAIS!

14/12/2010

Por Maurício Costa Romão

A literatura especializada destaca que nos pleitos eleitorais para deputado e vereador o princípio ideal da proporcionalidade é aquele segundo o qual a representação de cada partido concorrente, em termos de assentos conquistados no Parlamento, deve ser exatamente proporcional aos votos recebidos.

Na atual configuração do sistema eleitoral brasileiro esse princípio está longe de ser validado.

Tome-se, à guisa de exemplo, o pleito deste ano para deputado federal, em Pernambuco. Nota-se, na Tabela T1, elaborada utilizando dados oficiais do TSE/TRE, a formação de duas coligações que, juntas, obtiveram 93,4% do total de votos válidos e 100,0% das cadeiras disponíveis, isto é, 25 das 25 vagas.

Uma primeira desproporção já aparece aqui: as coligações foram beneficiadas, posto que conquistaram mais cadeiras do que o total de votos recebidos ensejava.

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DEPUTADO FEDERAL 2010: VOTAÇÃO POR PARTIDO EM PERNAMBUCO

02/12/2010

Por Maurício Costa Romão

Fonte: elaboração do autor, com base em dados do TSE/TRE

Fonte: elaboração do autor, com base em dados do TSE/TRE

IBOPE ACERTA COM PRECISÃO BANCADAS DA CÂMARA

12/10/2010

José Roberto de Toledo

Blog Vox Publica, 08/10/2010

As fatias pintadas de vermelho indicam os partidos que compõem a coligação de apoio a Dilma Rousseff (PT). Eles compõem mais de 60% dos votos da nova Câmara.

As fatias azuis representam os partidos que apóiam José Serra (PSDB) para presidente. São 26,5%.
As fatias verdes são dos partidos independentes.

PARTIDOS E COLIGAÇÕES ELEITORAIS NO BRASIL

26/07/2010

 

Por Paulo Kramer

Professor de Ciência Política da Un. B; Analista de Kramer & Ornelas – Consultoria;

kramer.paulo@uol.com.br

Com este título, recente coletânea, publicada em parceria entre a Editora da Unesp e a Fundação Konrad Adenauer e organizada pelos cientistas políticos Silvana Krause, da Universidade Federal de Goiás, e Rogério Schmitt, da Escola de Sociologia e Política de São Paulo, comprova, mais uma vez, que tamanho não é documento. Em apenas 143 páginas, o leitor – acadêmico especializado ou leigo politizado, não importa – encontra um banquete de informações, dados estatísticos e análises sobre o que considero uma das mais graves patologias do sistema político brasileiro: as coligações partidárias – ou, no jargão técnico, “listas associadas” – em eleições proporcionais, aquelas em que se disputam vagas na Câmara dos Deputados, nas Assembléias Legislativas e na Câmaras Municipais.

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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