Partidos

22/02/2012

Maurício Costa Romão

Fonte: elaboração própria, com base em dados da CNM

UMA NOVA ABORDAGEM DO MODELO BRASILEIRO DE DISTRIBUIÇÃO DE VAGAS LEGISLATIVAS E SOBRAS ELEITORAIS (Nota Técnica 4 – continua)

24/12/2011

UMA NOVA ABORDAGEM DO MODELO BRASILEIRO

DE DISTRIBUIÇÃO DE VAGAS LEGISLATIVAS E SOBRAS ELEITORAIS

 (Nota Técnica 4 – continua)

Maurício Costa Romão

2.3 Terceiro passo: distribuindo a sobra de votos

As aludidas sobras do PHS, bem como aquelas computadas de todos os partidos ou coligações, vão ser depois distribuídas entre eles, de acordo com a sistemática das maiores médias, já consagrada no sistema eleitoral brasileiro. Esse método, em princípio, despreza as casas decimais de todos os quocientes partidários e considera apenas a parte inteira, que passa a ser o número inicial de vagas que corresponde a cada partido ou coligação. Nota-se que o método contraria o que foi dito acima quanto a não desconsiderar as casas decimais, porque esse procedimento resulta em sobra de cadeiras no Parlamento: a quantidade em disponibilidade seria maior do que a que foi conquistada pelos partidos ou coligações, mas, como se verá adiante, a metodologia resolve essa questão com outra proposta tão radical quanto a de suprimir a parte decimal.

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FUNDO PARTIDÁRIO VAI DESTINAR MAIS DE R$ 300 MILHÕES A PARTIDOS EM 2011

01/12/2011

Blog de Jamildo, 30/09/2011

Enquanto o financiamento exclusivamente público de campanha é debatido na Câmara para uma eventual reforma política, a verba prevista para o Fundo Partidário em 2011 é de R$ 301,5 milhões. Segundo o site Contas Abertas, deste montante, R$ 204,9 milhões já foram destinados às legendas. E o maior contemplado é o Partido dos Trabalhadores (PT), cuja bancada de deputados federais é a maior de todas. O cálculo de distribuição, definido por lei, é baseado na proporção das cadeiras ocupadas na Casa por cada sigla.

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PARA ALÉM DOS PARTIDOS

11/11/2011

Vladimir Safatle

Folha de S.Paulo, 04/10/2011

Costuma-se dizer que a democracia depende de partidos políticos fortes. No entanto talvez fosse mais correto dizer que ela depende da possibilidade de mobilizações populares para além dos partidos. É importante lembrar isso em um momento histórico como o nosso, onde a força transformadora da forma-partido se esgotou. Desde o início do ano, o mundo assistiu a uma sucessão impressionante de mobilizações populares. Tunísia, Egito, Israel, Chile, Espanha, Grécia, Síria, Bahrein, Reino Unido e, agora, os EUA -com as ocupações de Wall Street por “indignados”. Raros foram os momentos históricos em que mobilizações ocorreram de forma tão global.

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O ANTIGO E O NOVO PSD II

05/10/2011

Editorial da Folha de Pernambuco, 30/09/2011

Voltando ao tema tratado neste espaço, ontem, sobre o registro do Partido Social Democrático (PSD) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), podem ser feitas outras observações que lhes são relacionadas.A sigla é a mesma de um partido que já foi o mais importante do País até a extinção do pluripartidarismo pelo regime autoritário, que criou apenas duas organizações partidárias, em 1966: a Aliança Renovadora Nacional (Arena), governista, e o tolerado (até certo tempo) oposicionista Movimento Democrático Brasileiro (MDB).

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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