Partido

O ANTIGO E O NOVO PSD – I

05/10/2011

Editorial da Folha de Pernambuco, 29/09/2011

Décadas decorreram desde quando surgiu o antigo Partido Social Democrático (PSD), fundado após a deposição do presidente Getúlio Vargas, em 1945, juntamente com outros, a exemplo da União Democrática Nacional (UDN), Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Partido Socialista Brasileiro (PSB), Partido Social Progressista (PSP), Partido de Representação Popular (PRP), Partido Comunista Brasileiro (PCB), cuja legalidade teve curta duração, e outros de menor expressão eleitoral e ideológica no período que sucedeu a anistia, resultando nas eleições gerais para a Constituinte de 1946.
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PSD: APOIO, SIM, MAS COM O RIGOR DA LEI

30/07/2011

 

Gilberto Kassab

Folha de S. Paulo, 29/07/2011


Nosso partido repudia toda e qualquer ilicitude na coleta de assinaturas, e pede a suas bases que denunciem logo qualquer indício de falsificação


“Quando a verdade é dita, a justiça é feita” (Provérbios, 12.17, Bíblia, NTLH). Cumprindo exigência da Justiça Eleitoral, o PSD vem recebendo há três meses, por todo o país, assinaturas de brasileiros que apoiam sua criação. Não se trata de filiação partidária, o que ocorrerá em outro momento, após sua existência legal -aí, sim, por meio de preenchimento de ficha partidária. Por lei, um novo partido deve recolher o apoio de quase 500 mil eleitores no Brasil inteiro. Esses apoiamentos (esse é o termo) são encaminhados à Justiça Eleitoral.

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A ARENIZAÇÃO DO PSDB

29/04/2011

 
D. Silvano, G. Natalini, J. Police Neto, J. Gadelha, R. Teixeira e S. Santos

Folha de S.Paulo, 28/04/2011

Uma das primeiras frases do programa de fundação do PSDB assinala: “Se muitos de nós decidimos deixar as agremiações a que pertencíamos, e com as quais nos identificamos ao longo de toda uma trajetória de lutas, é porque fatos graves nos convenceram da impossibilidade de continuar defendendo de maneira consequente aquilo em que acreditamos, dentro do atual quadro partidário”.

A frase é a definição básica de um partido que não pretendia -ou não deveria- ser um simplório agrupamento voltado à conquista e à manutenção do poder, mas uma forja de ideias preocupada em melhorar efetivamente a vida dos cidadãos do país.

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A VAGA É DA COLIGAÇÃO!

12/01/2011

 

Foto de Fernando Silva publicada no Blog de Jamildo

Por Maurício Costa Romão

Todo partido que concorre aos pleitos proporcionais se defronta com duas alternativas: (a) disputar isoladamente ou (b) mediante celebração de alianças com outras agremiações. A opção será tomada em função dos resultados eleitorais que espera obter em cada caso.

Se o partido decidir-se por (a) é porque entende ter densidade de votos suficiente para ultrapassar o quociente eleitoral (QE) e eleger tantos parlamentares quantas vezes o seu quociente partidário (QP) permitir. Os eleitos serão os mais votados da agremiação.

Se a opção é por (b), o partido almeja beneficiar-se da agregação dos votos nominais e de legenda que a aliança pode propiciar, facilitando a transposição do QE e, eventualmente, fazendo mais parlamentares que a disputa isolada ensejaria. Os eleitos serão os de maior votação da aliança (não necessariamente os mais votados dos partidos).

Num e noutro caso trata-se de uma decisão de estratégia eleitoral do partido que precisa ser homologada em Convenção “no período de 10 a 30 de junho do ano em que se realizarem as eleições”. Admita-se, por hipótese, que a estratégia escolhida e aprovada pelos convencionais seja a do partido coligar-se.

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O MANDATO PERTENCE AO PARTIDO OU À COLIGAÇÃO?

21/12/2010

Por Maurício Costa Romão

O INÍCIO DA CONTROVÉRSIA

A Matéria no Blog do Magno, em 20/12/2010

SUPLENTE DE LUCIANA: RUBEM DIZ QUE É ELE; PCDOB TAMBÉM QUER

A indicação da deputada federal Luciana Santos(PCdoB) para ocupar o Ministério de Esportes, está provocando um desencontro de interpretação entre integrantes pernambucanos de seu partido e do PDT, sobre quem assumiria a sua vaga na Câmara federal. Lideranças estaduais do PCdoB estão entendendo que a vaga fica com o partido, mais precisamente para Nélson Pereira, mas os pedetistas pensam o contrário, certos de que o suplente da vez é o pedetista Paulo Rubem, que acaba de perder o mandato para o petebista José Augusto Maia.

O próprio Paulo Rubem, em entrevista a rádio do Recife hoje, garante que é ele quem irá para Brasília, caso o ministério seja mesmo o rumo de Luciana Santos. É o próprio Paulo Rubem quem argumenta em seu favor na disputa pela vaga:

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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