Oposições

GOVERNO EM DIFICULDADES, MAS OPOSIÇÃO NÃO AVANÇA

24/07/2014

Fonte: elaboração própria com base em 26 pesquisas nacionais em 2010 e 29 em 2014

Maurício Costa Romão

Os níveis de intenção de votos desfilados pela presidente Dilma Rousseff nos meses de maio a julho deste ano são até equivalentes aos que exibia na sua vitoriosa corrida ao Palácio do Planalto em 2010, conforme se pode observar no gráfico que acompanha o texto.

A diferença reside nos contextos de cada momento. No mês de julho de 2010, por exemplo, o governo desfrutava de grande aprovação (77% de ótimo e bom e apenas 4% de ruim e péssimo, de acordo com o Datafolha), a economia ia bem e os níveis de satisfação e expectativa da população eram elevados.

O ambiente de hoje é completamente oposto àquele: baixa aprovação do governo (31% de ótimo e bom e 33% de ruim e péssimo, segundo o Ibope de junho e julho), a economia vai capengando e grassam insatisfação e inquietude na sociedade. As trajetórias das linhas azul (ascendente) e vermelha (descendente) no gráfico retratam os desenvolvimentos dos dois momentos aludidos.

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A PRÉVIA NA VENEZUELA

04/03/2012

Marcos Coimbra

Blog do Noblat,15/02/2012

Já se disse que, com a qualidade da oposição que enfrentava, não era mistério que o governo Lula tivesse tanta aprovação e que sua maioria no Parlamento fosse folgada. Seria um exagero tudo atribuir aos erros dos adversários, mas a explicação tem algo de verdade – pelo menos para o que aconteceu no segundo mandato. E continua a valer para o governo Dilma.

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AS OPOSIÇÕES EM 2011

05/01/2012

 

Marcos Coimbra

Blog do Noblat, 28/12/2011

O ano que termina foi muito ruim para as oposições. O que não é bom para a democracia. Os partidos de oposição cometeram um erro fundamental em 2010, do qual não se recuperaram. Na verdade, dois. Não foi, apenas, o equívoco da candidatura Serra, em si, mas o modo como o ex-governador de São Paulo a posicionou e conduziu. Tudo começou com uma leitura errada das pesquisas de intenção de voto. Mal lidas, deram a Serra a ilusão de que era favorito. Que Dilma não decolaria, apesar da popularidade de Lula.

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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