Oposição

OPOSIÇÃO, BEM-ESTAR E EMOÇÃO

06/02/2012

Adriano Oliveira

Oposição é o contraditório. Se A é favorável a ação Y, B pode ser contra em razão da ação Y não corresponder aos seus desejos. Entretanto, A e B podem ser favoráveis a ação Y, já que esta ação proporciona a consequência V, e A e B desejam para a sociedade os benefícios da consequência V. A lógica simples apresentada faz parte das relações de poder no governo federal. Não existe, desde o fim do governo de FHC, oposição ao PT. Atos oposicionistas sugiram no suposto Escândalo do Mensalão. Após isto, os partidos da oposição, PPS, DEM e PSDB, não mais tiveram condições de se contrapor ao governo do PT.

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2014: DECEPÇÃO COM AÉCIO DESNORTEIA OPOSIÇÃO

25/01/2012

 

Josias de Souza

Blog do Josias, 09/01/2011

Há um ano, Aécio Neves era celebrado como grande promessa da oposição. Hoje, tornou-se um nome duro de roer. Tucanos e aliados viam nele a melhor opção presidencial. Passaram a enxergá-lo como a pior decepção da temporada. Em qualquer roda de políticos ficou fácil reconhecer um oposicionista: é o que está lamentando a popularidade de Dilma Rousseff e falando mal de Aécio Neves.

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A OPOSIÇÃO NA SOCIEDADE

22/12/2011

 

Marcos Coimbra

Blog do Noblat, 06/12/2011

O que chamamos oposição, na maior parte das vezes, diz apenas respeito ao mundo da política institucionalizada. Fundamentalmente, aos partidos oposicionistas, seus representantes, organizações e (poucos) filiados.Uma das razões para isso é que é modesta, no Brasil, a atuação de grupos de pressão e associações civis voltadas para a política. Existem, mas são, ainda, pouco relevantes.Há, no entanto, outra oposição, extra-partidária e fora do Estado, que se manifesta no âmbito da sociedade. Ela é diferente da anterior, e tende a ser, a cada dia, mais significativa.

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(MDU + FBC) X PREFEITO

18/10/2011

 

Maurício Costa Romão

Quando se fala sobre desenvolvimento de um determinado lugar há que se ter dois cuidados: (1) não apequenar o conceito, a ponto de circunscrevê-lo apenas à sua dimensão econômica e (2) não multidimensioná-lo, a ponto de torná-lo muito complexo, intangível, não mensurável.

De há muito está assentado na literatura especializada que o crescimento econômico é condição necessária, porém insuficiente para o desenvolvimento integral das pessoas. Esse é um assunto vencido, hoje incontroverso. Não se persegue mais o crescimento econômico como um objetivo em si mesmo.

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RISCOS DA MEXICANIZAÇÃO

27/04/2011

 

Roberto Magalhães

Jornal do Commercio, 27/04/2011

É fato conhecido por historiadores e cientistas políticos que o México foi governado pelo Partido Revolucionário Institucional (PRI) de 1929 a 2000, sob uma estrutura política e de poder, segundo o figurino formalmente democrático e republicano, com eleições, direito de voto e separação de poderes.

 Mas o PRI era o partido de sucessivos presidentes da República, e tendo o poder como instrumento, obtinha sempre vitórias eleitorais, ao ponto de um candidato a presidente pelo PRI eleger-se com 95,7% dos votos válidos. Segundo Luís Virgílio Afonso da Silva, o México adotou de 1824 até 1962, o sistema eleitoral de distritos com voto majoritário e unipessoal, o que limitava a formação de uma oposição consistente contra a maioria governista quase vitalícia.

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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