Lista Fechada

LISTA FECHADA E AVENTURAS EXPERIMENTAIS

27/03/2017

Maurício Costa Romão

Sempre que há uma crise política no Brasil, culpa-se equivocadamente o sistema de lista aberta de representação proporcional como responsável e intenta-se substituí-lo por outro mecanismo qualquer.

Qualquer mesmo, haja visto a parafernália de modelos alternativos ao de lista aberta propostos nas duas últimas legislaturas federais:

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FORMULAÇÃO IMPRUDENTE

14/09/2011

 

 Editorial do Diario de Pernambuco

 Recife, quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Pouca gente acredita e, por isso mesmo, dá pouca atenção ao assunto, que o atual Congresso Nacional fará uma reforma política realmente importante. É uma desatenção perigosa. Não são poucos os gabinetes da Câmara e do Senado que têm passado horas discutindo um projeto que, se aprovado, muda completamente a atual relação do eleitor com os partidos e, principalmente com os candidatos. Além da insistência com que alguns políticos defendem o financiamento público das campanhas, querem agora também tirar do eleitor o elementar direito de votar em seu candidato preferido.

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O ELO MAIS FRACO

02/09/2011

 

Blog do Alon, 29/08/2011 (apud Blog do Noblat)

 E chegamos ao pulo do gato. Os espertos vão explicar ao povão, condoídos, que para implantar a pureza do financiamento público exclusivo precisarão, infelizmente, acabar com o direito de o distinto público escolher quem vai mandar ao Legislativo
 
A votação da reforma política ensaia entrar nos finalmentes, com os maiores partidos acertados entre si para 1) reduzir os poderes do eleitor e 2) impedir a sociedade, pessoas físicas e empresas, de apoiar financeiramente vetores alternativos. Após anos de proselitismo sobre a suposta malignidade intrínseca do sistema político-eleitoral no Brasil, os donos da bola julgam arado o terreno para a semeadura decisiva: usar os propagandeados defeitos do modelo para aumentar ainda mais os poderes dos atuais beneficiários.

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SENADORES DERRUBAM PROPOSTA QUE MUDA ELEIÇÃO

08/07/2011

 

Folha de S.Paulo, 07/07/2011

Adoção da lista fechada não obteve consenso

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado derrubou ontem a adoção das “listas fechadas” no sistema eleitoral brasileiro. Apesar de a comissão especial que analisou a reforma política na Casa ter aprovado a mudança, a CCJ optou por manter o modelo em vigor no país. Como não há consenso entre os senadores sobre o modelo, um grupo de congressistas quer levar a discussão para o plenário do Senado.

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CONVENÇÕES PARTIDÁRIAS DEFINIRÃO LISTAS PRÉ-ORDENADAS

31/05/2011

 

Matéria publicada no Blog de Jamildo, 30/05/2011

Está tramitando na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), em caráter terminativo. Caráter terminativo é aquela tomada por uma comissão, com valor de uma decisão do Senado. Quando tramita terminativamente, o projeto não vai a Plenário: dependendo do tipo de matéria e do resultado da votação, ele é enviado diretamente à Câmara dos Deputados, encaminhado à sanção, promulgado ou arquivado. Ele somente será votado pelo Plenário do Senado se recurso com esse objetivo, assinado por pelo menos nove senadores, for apresentado à Mesa.

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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