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CONSUMISMO, MENSALÃO E VOTO

24/09/2012

José Roberto de Toledo

Vox Publica, 24/09/2012

Em 1947, Victor Nunes Leal defendeu a tese que viraria “Coronelismo, enxada e voto”, o clássico sobre as relações de poder no Brasil rural. Nesses 65 anos, o país mudou e se tornou 85% urbano. Mas o livro de Nunes Leal continua útil para compreender as eleições municipais de hoje.

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CANDIDATURAS POBRES – O EFEITO DO MENSALÃO NA ELEIÇÃO

21/08/2012

 

José Roberto de Toledo

Vox Publica, 19/08/2012

O julgamento do chamado mensalão afetou a eleição de prefeito, mas não como se imaginava. Somado ao escândalo de Cachoeira, o efeito de horas e horas de programação televisiva sobre o mensalão acabou sendo maior entre os financiadores do que entre os eleitores. Está faltando dinheiro para campanha eleitoral.

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A MÃE DE TODAS AS ELEIÇÕES

13/07/2012

José Roberto de Toledo – O Estado de S.Paulo

Apud blog do Noblat, 09/07/2012

Se você não conhece um candidato a vereador pessoalmente, melhor repensar sua inserção na vida política da sua cidade. Nas próximas eleições, mais de 400 mil pessoas devem se candidatar a um assento numa câmara municipal. É 1 candidato a vereador para cada 320 eleitores, na média brasileira. Ou seja, há uma boa chance de qualquer um ter um primo, um vizinho, um colega de trabalho ou escola que seja candidato.

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MOMENTUM

25/06/2012

José Roberto de Toledo

Vox Publica, 18/06/2012

A metáfora da corrida de cavalos para representar a campanha eleitoral é mais apropriada do que a sua vulgarização pode sugerir. Como no turfe, os candidatos precisam dosar suas forças e traçar suas estratégias com precisão para não arrancar antes da hora nem se deixar “encaixotar” no pelotão intermediário. Tanto um erro quanto o outro pode impedir o maior favorito de cruzar o disco em primeiro lugar.

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O PODER DO ÓDIO

25/05/2012

José Roberto de Toledo – O Estado de S.Paulo

Apud Vox Publica, 21/05/ 2012

Boa dose das decisões políticas é gestada no fígado. Para muitos eleitores, mais grave do que não eleger seu candidato preferido é ver um político que odeia ganhar a eleição. Votam em adversário “menos pior” para evitar mal maior. A decisão sugere pragmatismo, mas é difícil precisar onde termina o raciocínio e começa a racionalização – a justificativa lógica construída após o ato feito. O voto útil nasce pingando bile.

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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