JC

O MINISTRO ALDO REBELO E AS COLIGAÇÕES PROPORCIONAIS

08/04/2013

 

 Maurício Costa Romão

De acordo com noticiário recente as discussões sobre a reforma política serão retomadas nesta segunda semana de abril, na Câmara dos Deputados, com a apresentação de um “parecer possível” do relator Henrique Fontana (PT/RS). Um dos pontos da pauta é o fim das coligações proporcionais.

Antecipando-se a um eventual desfecho contra as alianças partidárias, o ministro Aldo Rebelo, em artigo publicado no JC, em 06/04/2013, sob o título “Em defesa das coligações”, diz que proibir as coligações é sufocar a política.

Na argumentação, sua excelência assevera que a reforma política entra em discussão “com deformação impenitente: acolhe a falácia de que temos partidos demais e que urge acabar com os pequenos para agigantar os grandes”. E nada mais acrescentou que justificasse sua defesa para a permanência das coligações.

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TODO O MISTÉRIO DAS PESQUISAS

11/03/2012

 

LANÇAMENTO: Escrito a seis mãos, o livro que será lançado amanhã promete abrir a caixa preta”dos levantamentos de intenção de voto

Rafael Guerra

Especial para o JC, 11/05/2012

Nos períodos de campanha eleitoral e até mesmo nos meses que antecedem a disputa, poucos fatos chamam tanto a atenção dos políticos e dos eleitores como a divulgação das pesquisas eleitorais. Diversos institutos fazem levantamentos, com metodologias variadas. O público em geral tende a observar só as intenções de votos de cada candidato, mas há muito mais a ser revelado por uma pesquisa eleitoral. Com o objetivo de desvendar os mistérios por trás de uma pesquisa eleitoral, o cientista político Adriano Oliveira, o economista Maurício Costa Romão e o estatístico Carlos Gadelha lançam nesta segunda o livro Eleições e Pesquisa Eleitorais – Desvendando a Caixa Preta (Juruá Editora).

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E A REFORMA DO ESTADO?

03/02/2012

 

Sérgio C. Buarque

Jornal do Commercio, 31/01/2012

A reforma do Estado brasileiro, como abordado no artigo anterior, deve promover uma desconcentração da receita pública total do Brasil, reduzindo a dependência fiscal e política dos governos estaduais e municipais frente à União. No entanto, esta descentralização federativa, ampliando o percentual dos recursos fiscais das instâncias municipais, deve ser acompanhada de uma profunda revisão da fragmentação territorial decorrente da irresponsável proliferação de municípios nas últimas décadas (depois da Constituição de 1988 o número de municípios no Brasil cresceu em 69,5%).

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CAPITALISMO E DEMOCRACIA

01/02/2012

 

Janguiê Diniz

Jornal do Commercio, 01/02/2012

É no capitalismo que a democracia liberal se desenvolve, sendo o trabalho onipresente – descrição comum em nossos dias. Portanto, as pessoas se lançam a atividades produtivas para o consumo. Mas a exigência do exercício da liberdade individual das pessoas, ou seja, a livre iniciativa acautela a intervenção do Estado no dia a dia dos indivíduos e fragiliza vozes absolutistas que tentam gritar ainda “O Estado sou eu”.

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OPOSIÇÃO ENCOLHIDA

16/01/2012

 

Editorial do Jornal do Commercio, 10/01/2011

 O primeiro ano de mandato da presidente Dilma Rousseff não foi isento de atribulações. A queda de ministros por denúncias de corrupção acompanhou a agenda de governo boa parte do tempo, e nem isso foi capaz de abalar a popularidade da figura presidencial, que suplantou FHC e Lula em seus anos iniciais. Entre outros fatores, tal índice pode refletir a timidez de uma oposição reduzida, que não soube capitalizar as sucessivas crises ministeriais a seu favor.

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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