Institutos

NOVA TENTATIVA DE CONTROLE DAS PESQUISAS ELEITORAIS

27/08/2017

Maurício Costa Romão

Na parte infraconstitucional do seu relatório sobre a reforma política, apresentado ontem na Comissão respectiva, o dep. Vicente Cândido propôs que as pesquisas eleitorais só sejam divulgadas até o sábado anterior às eleições, como forma de coibir levantamentos “fajutos ou “fraudulentos” (sic).

Suas excelências não param de ampliar o fosso que os separam da sociedade. Além de fundão e distritão-tampão, agora vem proibição.

A questão de controle metodológico e de divulgação das pesquisas é recorrente e há dezenas de projetos de lei no Congresso sobre o assunto.

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PESQUISAS: GIRO PELOS ESTADOS

09/06/2014

Maurício Costa Romão

QUEM ESTÁ MAIS APTO A ADOTAR AS MUDANÇAS QUE A POPULAÇÃO RECLAMA?

11/03/2014

(Tópico para discussão interna dos institutos de pesquisa)

Maurício Costa Romão

Sob o título Brasileiro quer mudança, mas com petistas”, recente matéria na Folha de S.Paulo (23 de fevereiro de 2014) mostra dados da pesquisa do Datafolha de fevereiro, na qual os brasileiros reiteram querer mudanças na condução político-administrativa do país, o que já fora detectado anteriormente pelo instituto na pesquisa de novembro passado:

 “… Agora, 67% dizem desejar que o próximo presidente adote ações diferentes da atual administração. Desta vez, o Datafolha foi além no levantamento dos dias 19 e 20 e indagou aos entrevistados qual dos pré-candidatos a presidente estaria mais preparado para adotar as tais mudanças no jeito de governar o país (grifo nosso).

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INTRODUZINDO O “FATOR DE VOLATILIDADE DO VOTO” NAS PESQUISAS ELEITORAIS

09/11/2012

 (Nota Técnica p/ Discussão)

Maurício Costa Romão

As pesquisas de véspera não podem ser comparadas com o resultado oficial porque há um número significativo de pessoas que não estavam com voto consolidado. O acertar é muita sorte” (Márcia Cavallari).

”… é um equívoco comparar a pesquisa da véspera com o resultado das urnas numa eleição marcada por mudanças bruscas nas intenções de voto”. (Mauro Paulino).

Imprevisibilidade

Os principais institutos de pesquisas de intenção de votos conseguem prognosticar acertadamente, dentro da margem de erro, cerca de 95% dos resultados nas eleições majoritárias do país. Este ano não foi diferente.

Entretanto, após algumas estimativas incorretas no primeiro turno desta eleição, o que reavivou as críticas aos institutos de pesquisa, o Ibope e o Datafolha, através de seus dirigentes técnicos, Márcia Cavallari e Mauro Paulino, em respectivo, deram exatamente a mesma justificativa para a ocorrência dos resultados diferentes dos registrados nas urnas.

Os executivos tributam tais disparidades a um fenômeno que se tem detectado recentemente nas eleições brasileiras: a paulatina mudança de comportamento do eleitorado que, cada vez mais, posterga sua decisão de voto para os dias finais das eleições.

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AS PESQUISAS P/ PRESIDENTE DOS QUATRO GRANDES INSTITUTOS EM 2010

08/06/2011

Por Maurício Costa Romão

Fonte: elaboração do autor, com base nas pesquisas mecionadas

Considere-se o pleito eleitoral mais recente, o de 2010, e apenas os levantamentos a nível nacional, realizados pelos quatro maiores institutos do País – Datafolha, Ibope, Sensus e Vox Populi – com o objetivo de avaliar as intenções de voto para os candidatos a presidência da República. Pois bem, foram registradas no TSE, e posteriormente divulgadas, nada menos que 46 pesquisas no primeiro turno (janeiro a 1 e 2 de outubro) e 16 no segundo (outubro), perfazendo um total de 62.  A figura acima ilustra a quantidade de pesquisas registradas por instituto. Os números entre parêntesis dentro de cada setor representam as quantidades de pesquisas realizadas pelos institutos nominados. 

Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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