História

HEGEMONIA, DE QUEM E DE QUÊ?

05/06/2012

 

Gaudêncio Torquato

Blog do Noblat, 01/04/2012

Hegemonia. O termo é usado a torto e a direito de acordo com as conveniências do interlocutor, nem sempre correspondendo à complexidade conceitual que efetivamente abriga, a partir do conceito formulado por Gramsci, de que hegemonia implica transformar ideologia e plataforma política de uma classe em escopo de uma era.

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O ANTIGO E O NOVO PSD II

05/10/2011

Editorial da Folha de Pernambuco, 30/09/2011

Voltando ao tema tratado neste espaço, ontem, sobre o registro do Partido Social Democrático (PSD) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), podem ser feitas outras observações que lhes são relacionadas.A sigla é a mesma de um partido que já foi o mais importante do País até a extinção do pluripartidarismo pelo regime autoritário, que criou apenas duas organizações partidárias, em 1966: a Aliança Renovadora Nacional (Arena), governista, e o tolerado (até certo tempo) oposicionista Movimento Democrático Brasileiro (MDB).

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DEVE SER ABOLIDO O SIGILO ETERNO DE DOCUMENTOS OFICIAIS DO GOVERNO?

19/06/2011

 

(Veja um posicionamento SIM e outro NÃO)

SIM

Ocultação gera sentimento de desconfiança

Fabiano Angélico

Folha de S.Paulo, 18/06/2011

O projeto de lei de acesso a informações públicas vem suscitando debates a respeito dos documentos classificados. Pelo PLC nº 41, o prazo máximo de restrição de acesso a documentos ultrassecretos será de 50 anos. Tal regra se coaduna com as melhores leis de acesso a informações públicas, que estabelecem a abertura como regra e o sigilo como exceção temporária. Afinal, a ocultação de documentos por tempo indeterminado gera um sentimento de desconfiança e fomenta a cultura do boato e das teorias da conspiração. A abertura, ao revés, resgata a confiança dos cidadãos nas instituições.

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PESQUISAS CONTAM A HISTÓRIA DO PRIMEIRO TURNO

14/10/2010

Fonte: elaboração do autor com base em 51 pesquisas: Datafolha (17), Ibope (17), Sensus (9) e Vox Populi (8).

O gráfico que acompanha o texto mostra a evolução de intenções de voto para Presidente 2010, desde setembro do ano passado, oriunda de 51 pesquisas eleitorais realizadas pelos quatro grandes institutos do país: Datafolha (17 pesquisas), Ibope (17), Sensus (9) e Vox Populi (8). Apenas algumas datas do trabalho de campo dessas pesquisas aparecem no gráfico.

É conveniente dividir esse período de um ano de pesquisas em algumas fases relevantes do calendário eleitoral:

Fase 1: pesquisas de setembro 2009 a 31 de março, data da desincompatibilização;

Fase 2: pesquisas de abril a 30 de junho, data final para realizações de convenções partidárias;

Fase 3: pesquisas  de julho a 16 de agosto, último dia antes da entrada da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão;

Fase 4: pesquisas de 17 de agosto até 30 de setembro, último dia da propaganda eleitoral gratuita;

Pode-se observar no gráfico que até meados do prazo final da desincompatibilização, último dia de março, as intenções de voto consignadas a José Serra eram sistematicamente maiores que às atribuídas a Dilma Rousseff.

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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