governador

ELEIÇÃO PARA GOVERNADOR EM 2018: TEMPO DE RÁDIO E TV

20/04/2018

Maurício Costa Romão

 

Observações

1)   Distribuição do tempo: 90% proporcionalmente ao número de representantes na CF e 10% igualitariamente;

2)   O tempo igualitário (10%) é dividido entre todos os partidos com candidatos majoritários, com ou sem representação na CF;

3)   Esse tempo igualitário é pequeno (já foi 1/3 do total, antes da minirreforma de 2015). Imagine que se tenha 5 candidatos a governador de Pernambuco. Só dá 10,8 segundos para cada um;

4)   Os blocos para governador são dois de 09 minutos cada, por dia (veiculados segundas, quartas e sextas), mais 70 minutos de inserções por dia, com duração de 30 segundos a um minuto;

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IPMN: CHAPA DO PTB LIDERA PESQUISA EM PERNAMBUCO

14/04/2014

Fonte: elaboração própria (pesquisa do IPMN)

 

Maurício Costa Romão

O Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN), em parceria com o portal LeiaJáeo Jornal do Commercio, realizou sua primeira rodada de pesquisa de intenções de voto para o governo de Pernambuco, em 2014.

Com trabalho de campo levado a efeito entre os dias 7 e 8 deste mês de abril, o levantamento tem margem de erro de 2,2 pontos de percentagem, para mais ou para menos, um nível de confiança de 95%, e aplicou 2.448 questionários.

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GOVERNADOR 2010: ESTATÍSTICAS ELEITORAIS

20/05/2011

Por Maurício Costa Romão

Fonte: elaboração doa autor, com base em dados do TSE

O IBOPE NA ELEIÇÃO DA PARAÍBA

16/11/2010

Por Maurício Costa Romão

A grande maioria das análises que trata de desempenho de pesquisas eleitorais se debruça sobre a averiguação dos números estimados pelos diferentes institutos, imediatamente antes dos pleitos, e suas divergências vis-à-vis os resultados oficiais.

Estimativas fora da margem de erro, ainda que apenas ligeiramente afastadas dos limites da margem, são consideradas falhas de previsão das pesquisas. Sob este critério, o desempenho dos grandes institutos, a nível nacional e estadual, no primeiro turno da eleição de 2010, deixou muito a desejar, tamanha a incidência de prognósticos em desacordo com os valores observados nas urnas.

Até mesmo as pesquisas boca de urna, tidas como portadoras de elevado índice de acertos (as entrevistas são feitas depois que o eleitor vota), saíram arranhadas das eleições majoritárias recém-findas. De fato, o Ibope aplicou essa modalidade para Governador em 16 estados no primeiro turno, porém apresentou estimativas discrepantes, fora da margem de erro, em quase todos eles. O instituto também se equivocou na disputa para Presidente.

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A BOCA DE URNA DO IBOPE NO SEGUNDO TURNO

03/11/2010

Fonte: elaboração do autor, com base em pesquisas boca de urna do Ibope

Por Maurício Costa Romão

Na pesquisa boca de urna as entrevistas são feitas depois que o eleitor vota. Sob este aspecto esse tipo de levantamento tem, pelo menos, três grandes vantagens sobre o survey convencional, que é realizado pré-voto:

(1) capta os sentimentos mais recentes dos eleitores, atualidade que a pesquisa normal não chega a alcançar; (2) não é sobressaltado por mudanças de posição do eleitor: os indecisos se decidiram, e quem eventualmente cogitava mudar de uma candidatura para outra, não mais pode fazê-lo, e

(3) tem mais capacidade de detectar os impactos numéricos das chamadas “ondas de opinião”, movimentos inesperados que alavancam candidaturas às vésperas das eleições, fenômenos que a pesquisa anterior ao dia do pleito tem dificuldade de acompanhar e, sobretudo, de mensurar.

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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