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Crise pede concertação nacional

04/11/2015

Por Daniel Leite e Mariama Correia
Da Folha de Pernambuco

Preocupado com o agravamento da crise enfrentada pelo País, o economista Maurício Romão acredita que é o momento de encontrar uma “saída de concertação nacional”. Em entrevista à Folha de Pernambuco, o Mestre e PhD em economia pela Universidade de Illinois afirma que ainda é possível reverter o cenário brasileiro. Para isso, faz um resgate de pactos recentes, firmados por outros países, para conter a degradação da economia. Em sua visão, o governo brasileiro precisa preservar conquistas como a democracia, a estabilidade monetária e a inclusão social, para poder sinalizar ao mercado que tem condições de superar os indicadores negativos. Esta tarefa, no entanto, depende de um grande esforço coletivo, que deve ser incentivado por parte do Poder Executivo, do Congresso Nacional e da própria sociedade.

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TEMPOS IDOS E VIVIDOS

20/11/2011

 

Editorial da Folha de Pernambuco, 19/11/2011

Recuando décadas atrás, mais precisamente aos anos 1956/1960, quando Juscelino Kubitschek exerceu a Presidência da República, e fazendo uma comparação com o ministério da presidente Dilma Rousseff, constataremos alguns aspectos, a exemplo da coalizão de sustentação, apesar demais de 50 anos decorridos. Kubitschek governou o País enfrentando, desde candidato, severa oposição, inclusive de natureza golpista. “Esse homem não pode ser candidato; se candidato não deve eleito; e se for vencedor, não deve tomar”, dizia a principal cassandra, o jornalista e depois governador da Guanabara, Carlos Lacerda.

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NOVOS 7 MIL VEREADORES?

16/10/2011

Editorial da Folha de Pernambuco, 11/10/2011

O vereador surgiu no Brasil quando a coroa portuguesa decidiu que cada unidade municipal com administração própria (cidades, vilas) teria um representante. Entre as pessoas mais abastadas, formava-se um conselho, que representava as respectivas populações. Um trabalho do Instituto Ágora, que há oito anos cuida da Câmara de São Paulo, revela que 80% dos projetos de leis aprovados pela Casa em 2007 tratavam sobre deliberações definidas como de “baixo impacto”, a exemplo da denominação de ruas, concessão de medalhas ou definição de datas comemorativas. Isso não quer dizer que os mesmos vereadores de São Paulo e de outras cidades brasileiras não tenham discutido e aprovado medidas importantes para as comunidades que representam.

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REFORMA TEM NOVO ADIAMENTO

06/10/2011

 

Folha de Pernambuco, 06/10/2011

BRASÍLIA (Folhapress) – O relatório sobre a reforma política deve ser votado na comissão especial da Câmara apenas no final do mês. O assunto deveria ser votado ontem, mas foi adiado após pedido do próprio relator, deputado Henrique Fontana (PT-RS). A alegação é que sua proposta não contava com maioria e portanto poderia ser derrotada.

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CORRUPÇÃO E DESPOLITIZAÇÃO

30/08/2011

 

Editorial da Folha de Pernambuco, 28/08/2011

Setores mais conservadores do Brasil defendiam, décadas atrás, que o estudante deveria se dedicar somente às suas tarefas nos colégios e universidades. Ao estudante caberia apenas estudar, opinião que viria a ruir muito cedo, apesar de ressuscitada no período em que vigorou o arbítrio no País. Ainda existe quem defenda, embora desnecessariamente, a desvinculação da juventude de participar com mais vigor da atividade política nacional. Vamos por partes. A segunda fase da República, que se inaugurou com a Revolução (muito mais reforma) de 1930, teve na classe estudantil, principalmente entre os universitários de então, ativos militantes de uma causa cujas bandeiras reformistas viriam a imprimir um novo quadro político nacional, desvirtuado pelo golpe de 1937.

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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