F. Rodrigues

CENÁRIOS PAULISTANOS

01/09/2012

Fernando Rodrigues

Folha de S.Paulo, 01/09/2012

As dificuldades eleitorais de José Serra, candidato do PSDB a prefeito de São Paulo, precipitaram algumas análises sobre o possível fracasso dos tucanos na capital paulista. Se a derrota acontecer, não terá sido a primeira vez. Em 2008, o nome do PSDB na disputa era o de Geraldo Alckmin. Ele não foi para o segundo turno.

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36% DOS ELEITORES ESTÃO EM APENAS 85 CIDADES

05/08/2012

 

 Fernando Rodrigues

Blog do Fernando Rodrigues, 30/07/2012

As 85 maiores cidades do país concentram 50,8 milhões dos eleitores aptos a votar nas eleições de 7.out.2012 (36,2% do total), segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O “G85” inclui as 26 capitais de Estado e as 59 cidades do interior com mais de 200 mil eleitores.

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FAVORITISMO NÃO DÁ CERTEZA DE VITÓRIA A TUCANO

09/03/2012

Fernando Rodrigues

Blog do Fernando Rodrigues, 03/03/2012

José Serra tem 30% no Datafolha, é o favorito do momento, mas as eleições municipais recentes na cidade de São Paulo recomendam cautela. Há sempre uma disputa acirrada entre dois candidatos que quase sempre chegam colados na reta final. Este Blog, lançado no ano 2000, tem a maior coleção de pesquisas eleitorais selecionadas da última década e disponíveis em um único endereço na web. A de hoje (3.mar.2012) está aqui.

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A ANOMALIA DAS MICROSSIGLAS

27/10/2011

Fernando Rodrigues

Folha de S. Paulo, 24/10/2011 O Brasil tem 29 partidos políticos. Todos são bancados pelo dinheiro de quem paga impostos. É natural, numa democracia, a sociedade assumir tal tipo de custo. Mas o modelo brasileiro é anômalo. Sofre de democratismo. Diferentes são tratados como iguais. Quando acabou a ditadura militar, nos anos 80, optou-se corretamente por facilitar a criação de novas siglas. Afinal, o sistema partidário estava dilapidado.

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113 ENTIDADES CRITICAM “DISTRITÃO” EM DISCUSSÃO NO SENADO

04/03/2011

 

Sociedade civil ataca reforma política do Congresso

Blog do Fernando Rodrigues, em 02/03/2011

O Inesc (Instituto de Estudos Socioeconômicos) acaba de divulgar um manifesto com a assinatura de 113 entidades (post abaixo) atacando a forma como está sendo conduzida a reforma política no Congresso, mais especificamente o processo iniciado no Senado.

A crítica maior é a respeito do “distritão”, que transformaria em majoritária as hoje eleições proporcionais para deputados. No manifesto, está escrito que essa mudança será “um duro golpe nas minorias e, por conseguinte, na própria democracia, já que o sistema majoritário favorece sempre os detentores do poder tanto político como  econômico.  A medida beneficia os políticos tradicionais e estimula o personalismo e o clientelismo”.

Hoje, no sistema proporcional, todos os votos são válidos. O cálculo das vagas é com base nos votos de todos os candidatos de um partido ou coligação e também com base nos votos dados apenas nas legendas. No “distritão”, esse modelo desaparece. Seriam considerados os candidatos mais votados, que seriam os eleitos. O partido passaria a ter uma função ainda mais lateral do que já no momento.

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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