Estratégia

MARKETING POLÍTICO E PESQUISAS ELEITORAIS

19/04/2013

Maurício Costa Romão

LA ESTRATEGIA DE BRASIL EN CUBA

25/02/2012

Jorge Hernández Fonseca

 El Brasil contemporáneo, considerado uno de los países emergentes por excelencia, en función de su sistema político democrático y su economía pujante –que ya desplazó al Reino Unido del sexto lugar entre las potencias económicas, y avanza a pasos agigantados para desplazar a Francia de la quinta posición– como sabemos, es una nación gigantesca, con inagotables recursos territoriales, humanos, económicos, energéticos e hídricos, reconocido como un país pacífico, que ha aceptado finalmente un liderazgo latinoamericano que antes porfiaba en rechazar.

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BOAS PESQUISAS, BOAS ESTRATÉGIAS. BOAS ESTRATÉGIAS, SUCESSO ELEITORAL

26/10/2011

Por Adriano Oliveira

Boas perguntas, boas estratégias. Boas pesquisas e boas estratégias, sucesso eleitoral. Estas relações de causalidades devem orientar os estrategistas. São comuns as pesquisas eleitorais que buscam verificar apenas três variáveis: Intenção de voto, Avaliação da administração do gestor e Principais problemas da cidade. Com os resultados em mãos, marqueteiros orientam os candidatos. E candidatos buscam apoios.

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MARKETING POLÍTICO, ESTRATÉGIAS E CONJUNTURA

08/09/2011

Por Adriano Oliveira – http://www.leiaja.com/

Infelizmente, pesquisas no âmbito do Marketing Político não fazem parte da agenda da Academia brasileira. Ao contrário do que ocorre nas variadas universidades americanas, o Marketing Político não é reconhecido no Brasil como um objeto cientifico. Portanto, não passível de análise científica. É impossível falar em Marketing Político sem considerar aspectos básicos que são abordados pela Ciência Política, quais sejam: ações individuais, escolhas, estratégias e visões de mundo.

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NÃO TENHAM PRESSA! MAS TAMBÉM NÃO SEJAM MÍOPES

31/08/2011

 

Por Adriano Oliveira – Cientista Político

26/08/2011

O ditado corrente na política é que “quem tem tempo, não tem pressa”. Este ditado é válido não só para a busca de alianças políticas, mas também para as interpretações das pesquisas eleitorais e construção de estratégias.Atores políticos, inclusive os sábios, só desejam saber, ao olharem para uma pesquisa, qual candidato tem mais votos. Eles olham para a variável “Intenção de votos” e definem, de antemão, os seus candidatos. Publicitários, quando são contratados por políticos, fazem a mesma coisa.

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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