Eleitores

POPULAÇÃO E ELEITORES EM 2012

11/03/2013

Elaboração própria com base em dados do IBGE

Maurício Costa Romão

ELEITORES E POLÍTICA EM SÃO PAULO

01/03/2012

Marcos Coimbra

Blog do Noblat, 22/02/2012

Seria bom se o sistema político considerasse as eleições deste ano em São Paulo como a maioria dos habitantes da cidade: pura e simplesmente, como a escolha de quem será o próximo prefeito.Não são diferentes, nesse aspecto, dos eleitores do resto do país. Todos sabem que, periodicamente, devem escolher o encarregado de administrar sua cidade, zelando para que a prefeitura atenda as necessidades da população, cuide dos serviços básicos e faça com que, na medida do possível, convivam em harmonia.

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INFLUÊNCIA DAS PESQUISAS (III)

22/01/2012

Eleitora

“Você disse que a eleição da Bahia, em 2006, é um famoso contra-exemplo do voto útil, uma espécie de voto útil ao contrário. Como é esse caso”?

Maurício Costa Romão

Esse exemplo da Bahia é singular, pois ele serve a vários propósitos. Na eleição para governador da Bahia, em 2006, Paulo Souto, então candidato à reeleição, registrava no Ibope 56,5% contra 36,5% de Jaques Wagner, 20 pontos de diferença, isso no dia 25 de setembro, segunda-feira da semana do pleito. Souto já era tido por todos como vencedor no primeiro turno. No domingo, dia 1º, quem ganhou a eleição no primeiro turno foi Wagner, com 10 pontos de vantagem!

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ÁRVORES E ELEITORES

13/01/2012

 Adriano Oliveira

O senso comum é algo presente na opinião dos atores políticos. Um exemplo clássico do senso comum é o fato de que candidato à frente de outros em pesquisas eleitorais é de antemão o favorito a vencer a disputa eleitoral. Outro raciocínio é que prefeitos mal avaliados são prefeitos previamente derrotados. Os analistas eleitorais, dentre estes, estrategistas, politólogos e publicitários, também fazem uso costumeiramente do senso comum e com isto agem de modo semelhante aos candidatos, os quais, como já dito, também utilizam do senso comum.

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TV É A PRINCIPAL FONTE DE INFORMAÇÕES DOS ELEITORES

04/08/2010

Uirá Machado

 Folha de S.Paulo (28/07/2010)

A televisão é o principal meio de comunicação utilizado pelos eleitores brasileiros para se informar sobre os candidatos que disputam as eleições neste ano. Segundo o Datafolha, 65% dos entrevistados afirmam que a TV é a mídia preferida para obter informações.

Os jornais aparecem em segundo lugar, com 12% de preferência, e a internet e o rádio vêm em terceiro, com 7% cada um. Conversas com amigos ou familiares são apontadas por 6%.

INTERNET
Nas eleições presidenciais dos Estados Unidos, em 2008, segundo informações do Pew Research Center, instituto de pesquisa americano, a internet era a principal fonte de informação de um quinto do eleitorado do país.

No Brasil, a popularidade da rede é baixa mesmo quando o Datafolha pede para os entrevistados citarem três meios de comunicação usados para se informar: 27% mencionam a internet, que fica atrás de conversas com amigos e familiares (32%).

A TV é lembrada por 88% e continua em primeiro lugar. Em segundo vêm os jornais, com 54%, e rádio aparece em terceiro, com 52%.

O Datafolha ouviu 10.905 eleitores em 379 municípios de todo o país (exceto Roraima). A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais.

SEGMENTOS
Entre os principais candidatos à Presidência, a internet tem maior penetração entre os eleitores de Marina Silva (PV): 11% dizem que a rede mundial de computadores é a principal fonte de informação, contra 7% dos que têm intenção de votar em José Serra (PSDB) e 7% dos que afirmam querer votar em Dilma Rousseff (PT).

Acima da média nacional, 70% dos nordestinos afirmam que a TV é a principal fonte de informação sobre os candidatos, e os moradores do Sudeste são os que menos preferem essa mídia (60%).

A TV é também o veículo mais citado pelos mais pobres: 68% entre os que têm renda familiar mensal acima de dois salários mínimos, em contraposição aos 47% dos que ganham acima de dez salários mínimos.

O jornal, por sua vez, tem maior penetração entre os mais ricos: 24% dos que têm renda familiar mensal acima de dez mínimos. O melhor desempenho da internet ocorre entre os mais escolarizados (20% entre os que têm ensino superior), os mais ricos (18%) e os mais jovens (14% dos que têm de 16 a 24 anos).

Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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