Eleições

A QUESTÃO DA DESPROPORCIONALIDADE NO INTERIOR DAS COLIGAÇÕES (Parte III – Final)

04/12/2012

Mauricio Costa Romão

Consequências sobre o sistema

A instituição do mecanismo da proporcionalidade intracoligação no modelo de lista aberta brasileiro (proposta pelo autor*) resulta em alguns significativos avanços mecanismo eleitoral em vigência:

Consequência primeira – preservar-se-á mais a vontade do eleitor, ao mesmo tempo em que haverá maior identidade entre eleitor, candidato e partido, já que o voto em “José”, do partido “XYZ”, somente servirá para eleger o próprio José ou candidatos de “XYZ”, diferentemente de hoje, que se vota em José e pode-se eleger João de partido distinto. Essa consequência derivada da introdução da proporcionalidade intracoligação é a mesma que adviria para todos os partidos de um pleito, caso não houvesse coligações proporcionais.

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O NOVO LIVRO!

28/10/2012

ATENÇÃO: BLOG EM NOVO LAYOUT (FASE DE AJUSTES)

08/10/2012
 
Prezados amigos:
 
Estou fazendo uma repaginação no blog (através da 4 Comunicação – Bruna Oliveira) para torná-lo moderno, conectado com as redes sociais, interativo e de conteúdo dinâmico (sem, contudo, torná-lo um web journal).
 
A estrutura básicia, porém, é a mesma: tudo sobre política e eleições, com ênfase em sistemas eleitorais e pesquisas de intenção de votos.
 
Depois das eleições o novo modelo entra em operação. Avisarei no momento certo.
 
Obrigado pela atenção e acompanhamento dos nossos trabalhos e estudos!
 
Abraços
 

 

APURAÇÃO

29/09/2012

Marina Silva

Folha de S.Paulo, 28/09/2012

Atribui-se a um famoso político brasileiro a frase “A política é a arte de fazer com que aquelas coisas que já iam mesmo acontecer aconteçam, porque nós fizemos acontecer.” Além de irônica, essa máxima revela a ideia de política como fingimento. A política real é aquela que faz acontecer o que dificilmente aconteceria sem a nossa vontade e ação. Leia mais…

NÃO, OBAMA, VOCÊ NÃO PODE

20/09/2012

Clóvis Rossi

Folha de S.Paulo, 04/09/2012

Barack Hussein Obama seduziu a América e uma parte do mundo a partir um slogan (“Yes we can”) que é bobinho. Poder, tudo pode. O problema é fazer. Quatro anos depois, às vésperas de Obama ser de novo entronizado como candidato, vê-se que o presidente pôde pouco, ainda mais se se levar em conta o grau de expectativas que despertou, não só com a retórica sedutora, mas, principalmente, pelo fato de ser o primeiro negro a chegar à Casa Branca.

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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