eleição

FRAQUEZA DA OPOSIÇÃO

28/07/2012

Editorial da Folha de S.Paulo

21/07/2012

Baixa presença de candidatos de PSDB, DEM e PPS nas eleições municipais mostra desequilíbrios crônicos na disputa política brasileira

É diminuto o número de representantes dos partidos de oposição entre os candidatos a prefeito nas eleições de outubro. Apenas 18% dos pleiteantes pertencem ao PSDB, ao DEM e ao PPS. A proporção é praticamente equivalente ao peso dessas agremiações na Câmara dos Deputados: 17,5%.

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A VOTAÇÃO NO SISTEMA DE LISTAS (Parte II)

04/06/2011

 

Roberto Amaral

Sistema proporcional

Ao contrário do sistema majoritário, a representação proporcional tem por objetivo fazer com que o parlamento reflita, o mais fielmente possível, o mosaico ideológico e político da sociedade, assegurando a representação do maior número possível de opiniões. Enquanto a eleição majoritária tende ao bipartidarismo, o sistema proporcional é construtor do pluripartidarismo. Enquanto na fórmula majoritária um candidato ou partido que tiver obtido, por exemplo, 40% dos votos, pode ficar fora do parlamento, o sistema proporcional visa a espelhar, aritmeticamente, a preferência do voto. Assim, o Partido que obtiver, por exemplo, dez por cento dos votos, tende a ter algo próximo a dez por cento das cadeiras.

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A VOTAÇÃO NO SISTEMA DE LISTAS (Parte I)

03/06/2011

Roberto Amaral

Dentre as muitas características dos regimes democráticos, uma é inafastável: sua raiz na soberania popular. Dessa origem decorrem tanto a  legitimidade quanto a legalidade do poder, cujo exercício é regulado por um ordenamento jurídico em cujo topo se encontra  a Constituição. A soberania popular, por seu turno, nas democracias representativas, como a brasileira, se exerce mediante o voto (ou sufrágio), direito do cidadão. No Brasil o cidadão vota quando elege seus representantes (aqueles que vão elaborar as leis ou governar), e quando aprova ou rejeita leis ou responde a consultas.

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PESQUISA ELEITORAL: O QUE É ISSO, EXATAMENTE?

21/05/2011

 

 

Maurício Reimberg

Leituras cotidianas nº 273, 21 de agosto de 2006.

 Os institutos de pesquisa acabam atuando, em períodos eleitorais, como verdadeiros termômetros da vontade popular. Como são feitas as amostragens? Qual a confiabilidade desses números? Por que uma investigação feita com duas mil pessoas pode revelar o ânimo de cem milhões de eleitores? Esta reportagem especial tenta responder a essas perguntas.

Genericamente denominadas “fotografias do momento” pelos analistas de estatística, ou “bússolas para orientar a campanha”, na ótica de alguns marqueteiros políticos, o papel desempenhado pelas pesquisas de intenção de voto não se esgota na imediata aspiração eleitoral de candidatos ou assessores. Ao contrário disso, o prestígio público crescente de que gozam as pesquisas eleitorais no Brasil pós-redemocratização abre um debate que percorre desde o entendimento da própria metodologia utilizada pelos institutos até a avaliação do potencial de influência dos resultados sobre o tabuleiro político nacional.

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MANCHETE EQUIVOCADA!

22/11/2010

Fonte: Imagem Wikipedia

Por Maurício Costa Romão

Talvez a manchete mais famosa do mundo, sob uma perspectiva eleitoral, tenha sido a do jornal americano Chicago Daily Tribune, no dia 3 de novembro de 1948. O jornal estampara apressadamente uma vistosa manchete de primeira página intitulada: “Dewey derrota Truman”, referindo-se à eleição para Presidente dos Estados Unidos naquele ano.

Contudo, os resultados finais do pleito demonstraram o contrário: Truman venceu com 49,6% dos votos, contra 45,1% de Dewey. A foto, abaixo, mostra o presidente Truman, na Union Station, em St. Louis, Missouri, um dia depois de ter sido eleito, segurando uma cópia do jornal, rindo da equivocada manchete.

A eleição do democrata Harry S. Truman se deu contrariando todas as previsões, inclusive as do respeitado instituto Gallup, que apontavam a vitória do concorrente republicano Thomas E. Dewey, então governador de Nova York. Daí a confiança do Tribune de que sua manchete espelharia exatamente o que os meios de comunicação e o clima das ruas antecipavam.

O próprio jornal tentou corrigir o erro nas duas últimas edições do mesmo dia 3 de novembro, informando a vitória correta de Truman, mas cerca de 150 mil cópias com a desastrada manchete já haviam sido impressas e distribuídas.

Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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