D’Hondt

INSPECIONANDO O QUOCIENTE PARTIDÁRIO

21/12/2013

Maurício Costa Romão

Nos pleitos proporcionais os partidos ou coligações têm como objetivo ultrapassar o quociente eleitoral (condição sine qua non para assunção ao Parlamento) e conquistar determinado número de cadeiras legislativas.

A conquista de cadeiras depende do quociente partidário (QP), que consiste na divisão dos votos válidos do partido ou coligação pelo quociente eleitoral, cujo resultado quase sempre é um número composto de uma parte inteira e outra fracionária (3,514, por exemplo). A parte inteira (3) é a quantidade inicial de vagas que cabe ao partido ou coligação. A parte fracionária (0,514) corresponde à proporção de votos em excesso (sobra) às vagas conquistadas.

A grande dúvida de candidatos e partidos repousa nessa parte fracionária. Será que ela é suficientemente elevada a ponto de garantir uma cadeira adicional?

Leia mais…

O MÉTODO DAS MAIORES MÉDIAS E O QUOCIENTE ELEITORAL

14/11/2011

Maurício Costa Romão

Nos sistemas eleitorais proporcionais a escolha de representantes para o poder legislativo é considerada na literatura especializada um problema matemático de “divisão proporcional”, que consiste em distribuir de forma proporcional e justa as vagas de deputados e vereadores no Parlamento. Em termos de eleições de parlamentares, então, a questão matemática que tem de ser resolvida é como dividir as vagas ou cadeiras de um Parlamento entre os partidos concorrentes, de acordo com a proporção de votos por eles obtida.

Leia mais…

MATEMÁTICA DA DIVISÃO PROPORCIONAL

01/05/2011

 

 Por Maurício Costa Romão

A escolha de representantes para o poder legislativo pelos sistemas proporcionais é considerada na literatura especializada um problema de “divisão proporcional” ou “partilha equilibrada”, que consiste em distribuir de forma proporcional e justa as vagas de deputados e vereadores no Parlamento. 

Existem vários métodos para se proceder a essa divisão, cada um com suas vantagens e desvantagens. Uma coisa é certa, todavia: não há nenhum método de divisão proporcional perfeito e justo, conforme descobriram e provaram os matemáticos americanos Michel Balinsky e Robert Young, no que ficou conhecido na literatura específica como “Teorema da Impossibilidade de Balinsky e Young”.

A ilustração acima mostra os vários métodos utilizados no mundo contemporâneo para escolha de representantes ao legislativo. Um dos mais usados é o método D’Hondt, adotado no Brasil.

Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

continue lendo >> Maurício Romão

Copyright © 2012 Maurício Romão. Todos os direitos reservados.

Desenvolvimento: 4 Comunicação