Crises

CRISES, RESSENTIMENTOS E COMPENSAÇÕES NA FEDERAÇÃO

05/04/2012

Everardo Maciel

02/04/2012

A Federação, instituída pela primeira Constituição republicana (1891), significou uma resposta de extração normativa às várias crises regionais do Império, dentre as quais ganharam destaque as revoluções pernambucanas de 1817 e 1824, e a Sabinada na Bahia, em 1837. Afonso Arinos de Mello Franco, a propósito, ressaltava que a questão federativa foi o grande problema do Império.

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EVENTOS, CRISES E MÍDIA

24/01/2012

 

 Adriano Oliveira – Cientista Político

As Ciências Sociais buscam identificar e decifrar eventos que ocorrem no ambiente social. Os eventos são criados pelas ações e interações humanas. Crises são eventos, os quais representam o início de uma ruptura com uma ordem X, por exemplo. Ou uma turbulência na ordem X, mas sem ruptura para uma nova ordem – Y. Crises políticas são comuns em ditaduras e em democracias. Por conta da liberdade da mídia, as crises são mais comuns e mais visíveis em democracias. Crises políticas significam rupturas ou turbulências em torno de um ou vários atores, os quais integram dada instituição.

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EVENTOS, CRISES E MÍDIA

11/01/2012

 Adriano Oliveira  

As Ciências Sociais buscam identificar e decifrar eventos que ocorrem no ambiente social. Os eventos são criados pelas ações e interações humanas. Crises são eventos, os quais representam o início de uma ruptura com uma ordem X, por exemplo. Ou uma turbulência na ordem X, mas sem ruptura para uma nova ordem – Y. Crises políticas são comuns em ditaduras e em democracias. Por conta da liberdade da mídia, as crises são mais comuns e mais visíveis em democracias. Crises políticas significam rupturas ou turbulências em torno de um ou vários atores, os quais integram dada instituição.

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BUNGA-LENGA

19/11/2011

José Roberto de Toledo

Vox Publica, 13/11/2011

Não foram as festas bunga-bunga que derrubaram o libidinoso premiê italiano, Silvio Berlusconi. Foi a debacle econômica da Itália. Não foi (apenas) amor à camisa que segurou Neymar no Santos, mas a decadência dos mercados europeus e o crescimento financeiro do futebol brasileiro. Não é o terrorismo nem são os republicanos que mais ameaçam a reeleição do presidente Barack Obama, e sim o risco de duas recessões sucessivas nos EUA.

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CRISES DE 97/98 E POLÍTICA

03/04/2011

 

Cesar Maia

Folha de S.Paulo, 02/04/2011

Em julho de 1997, a crise asiática abalou as finanças mundiais, ampliada em agosto de 1998 pela crise russa. As consequências econômicas são bem lembradas, mas as consequências políticas, não.

Na América Latina, Venezuela, Argentina e Brasil produziram uma reversão do quadro político. Na Venezuela, o ministro Teodoro Petkoff (Planejamento), que geria o país dada a idade do presidente Rafael Caldera, criou uma forte expansão econômica no início de 1997, preparando a sucessão do presidente.

Hugo Chávez vinha lá atrás, com uns 5%. Veio a crise asiática e a economia venezuelana naufragou. O barril do petróleo chegou a US$ 11. Da expansão estimulada por Petkoff à queda do PIB após as crises, a economia variou 20% do PIB. Chávez criou, em 97, o Movimento V República (MVR) e depois surfou na onda das crises. Venceu a eleição. Os desdobramentos são conhecidos.

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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