brasil

DESGASTE DO MODELO BRASILEIRO DE LISTA ABERTA E EQUÍVOCOS

25/11/2014

Maurício Costa Romão

 

 

NÚMEROS DIFERENTES NAS PESQUISAS

15/09/2014

Maurício Costa Romão

Numa coisa os institutos de pesquisa eleitoral são iguais: todos buscam seguir o padrão estatístico universal de fazer estimativas de parâmetros da população baseados em amostras representativas dessa população. Fora disso, diferem sob vários aspectos metodológicos.

Cada instituto tem sua forma própria de desenhar a amostra, de formular o questionário e definir a ordem das perguntas, de coletar dados (alguns abordam os entrevistados nas ruas, outros nos domicílios), de usar informações secundárias para definir as cotas (sexo, renda, idade, escolaridade, etc.), etc.

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REELEIÇÃO DE DILMA: NÚCLEOS DE MAIOR RESISTÊNCIA

01/07/2014

Fonte: elaboração própria com base em dados do Ibope

Maurício Costa Romão

Os dados da última pesquisa do Ibope, de 13 a 15 de junho corrente, desagregados por variáveis socioeconômicas e geográficas, apontam que as maiores dificuldades da presidente Dilma Rousseff, no presente estágio da pré-campanha à presidência da República, residem nos estamentos dos brasileiros que têm curso superior, ganham acima de dez salários mínimos de renda familiar e moram do sul do país.

A tabela que acompanha o texto mostra as manifestações dos eleitores sobre a avaliação do governo e intenção de votos (incluindo o eventual segundo turno) para os segmentos selecionados.

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NÚMEROS E EMOÇÕES PARA O SEGUNDO TURNO

26/06/2014

Maurício Costa Romão

As pesquisas têm mostrado que a presidente Dilma Rousseff continua liderando a corrida presidencial em intenções de voto e com uma confortável diferença para o segundo colocado.

Nos cinco levantamentos nacionais deste mês de junho, por exemplo, a presidente teve, em média, 37% de intenção de votos contra 21% do senador Aécio Neves, uma diferença de 16 pontos de percentagem.

Entretanto, quando aos números do senador se acrescem os percentuais do ex-governador Eduardo Campos (9% em média) e, ainda, os dos demais candidatos de menor expressão eleitoral (8% em média), o conjunto dos adversários da presidente soma 38% de intenção de votos, caracterizando empate técnico. Neste contexto, se a eleição fosse hoje, haveria segundo turno.

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METODOLOGIA DE ESTIMATIVAS DE QUOCIENTES ELEITORAIS

28/11/2013

Fonte: elaboração do autor com base em dados do TSE e IBGE

 Maurício Costa Romão

Todo partido que concorre aos pleitos proporcionais se defronta com duas alternativas mutuamente exclusivas: (a) disputar isoladamente ou (b) mediante celebração de alianças com outras agremiações. A opção será tomada em função dos resultados eleitorais que espera obter em cada caso*.

Para tomar uma das duas decisões, (a) ou (b), a variável fundamental a ser levada em consideração é o quociente eleitoral (QE).

O QE representa número mínimo de votos válidos que cada partido ou coligação tem de ter para assegurar vagas no Parlamento (§ 2º do art. 109 do Código Eleitoral). Votações abaixo desse número mínimo impedem partidos e coligações de participar da distribuição de vagas legislativas.

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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