Avaliação da Administração

DILMA: RECUPERAÇÃO DA POPULARIDADE PERDE ÍMPETO

08/03/2014

Fonte: elaboração própria, com base em pesquisas do Ibope

Maurício Costa Romão

A avaliação positiva do governo Dilma Rousseff, desde sua posse, atingiu o ponto mais elevado (63%) em março de 2013, na série histórica do Ibope (vide linha preta no gráfico que acompanha o texto).

Com as insurgências do meio do ano passado, essa avaliação despencou para 31% na pesquisa de julho. A partir daí, a popularidade da presidente foi sendo recuperada lenta e gradualmente, tendo atingido 43% em dezembro último.

O levantamento de fevereiro do Ibope, entretanto, mostra queda nessa trajetória ascensional ou, ao menos, interrupção, já que os números estão nos limites da margem de erro de dois pontos de percentagem. Pelo percentual de fevereiro (39%) a presidente praticamente voltou ao patamar de agosto, quando iniciou seu resgate de popularidade.

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DILMA LIDERA PESQUISAS, MAS POPULARIDADE NÃO AUMENTA

15/10/2013

Fonte: elaboração própria, com base em seis pesquisas nacionais

Maurício Costa Romão

A última pesquisa do Datafolha, publicada em 11 do mês corrente, revelou que a presidente Dilma Rousseff continua liderando as intenções de voto para a próxima eleição. Nos quatro cenários testados, Dilma pontua entre 37% e 42%, abrindo frente para o segundo colocado que varia de 9 a 21 pontos.

Como as intenções de voto variam em função dos cenários que são apresentados para o eleitor, é interessante acessar um indicador que independa desses cenários: a subcategoria de “ótimo e bom”, que compõe a dimensão “avaliação da administração”. Os números dessa subcategoria são geralmente muito próximos das intenções médias de voto do incumbente.

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AVALIAR ADMINISTRAÇÃO DE GOVERNANTES PELOS PERCENTUAIS DE ÓTIMO E BOM NÃO É UMA BOA!

31/07/2013

 

Maurício Costa Romão

 

No quesito “avaliação da administração ou da gestão” dos governantes é comum os institutos de pesquisa inquirirem os respondentes sobre se o mandatário está realizando uma administração “ótima, boa, regular, ruim ou péssima”.

Como a categoria que vai de ótimo a péssimo envolve cinco alternativas, os resultados extraídos das pesquisas e apresentados à leitura não são assim de fácil assimilação, dando margem a interpretações variadas, dependendo do ângulo como são vistas*.

Daí por que se tornou praxe os institutos de pesquisa usarem apenas o percentual das subcategorias de ótimo e bom para aferir o desempenho dos governantes.

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O ÍNDICE “AVALIAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO” EM PESQUISA ELEITORAL E A SUBCATEGORIA “REGULAR”

21/06/2013

 

Mauricio Costa Romão

No quesito “avaliação da administração” dos governantes a forma predominante usada pelos institutos de pesquisa é indagar aos respondentes se o mandatário está realizando uma administração “ótima, boa, regular, ruim ou péssima”.

Numa dada pesquisa, considere-se que as variáveis x*, y* e z* representam as seguintes subcategorias:

x* é a quantidade de avaliações ótima e boa;

y* é a quantidade de avaliações regular;

z* é a quantidade de avaliações ruim e péssima.

Para facilitar, imagine-se que y* inclui também as respostas “não sabe/não respondeu” dos eleitores, que é uma subcategoria residual e normalmente de pouca monta na dimensão “avaliação da administração”.

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PESQUISAS ELEITORAIS: CONSTRUINDO UM “ÍNDICE DE AVALIAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO”

25/04/2013

   (Versão Preliminar p/ Discussão)

Maurício Costa Romão

No quesito “avaliação da administração” dos governantes, os institutos de pesquisa costumam inquirir os respondentes de duas maneiras: uma, indagando se o mandatário está realizando uma administração “ótima, boa, regular, ruim ou péssima”, outra, instando-os a declararem se “aprovam ou desaprovam” a gestão em andamento.

Esta última forma é mais direta, intuitiva, de fácil computação e interpretação. Seus resultados numéricos não deixam margem a dúvidas: 60% de aprova, 30% de desaprova e 10% de não sabem, não responderam, suscitam logo a conclusão de que a administração é aprovada pela população.

Entretanto, ao se resumir à dualidade aprova/desaprova, a questão deixa de fora do leque de opções do entrevistado as eventuais manifestações intermediárias entre as duas indagações.

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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