Alianças

TEMPO DE RÁDIO E TV – PERNAMBUCO 2014

03/07/2014

Fonte: elaboração própria. Dados de bancadas da Câmara Federal/TSE e dos resultados das convenções partidárias

Maurício Costa Romão

(Informações de alianças e candidaturas isoladas, coletadas pós-convenções partidárias, mas antes de envio de registro definitivo à Justiça Eleitoral)

MISTURA DE LETRAS!

07/02/2014

Fonte: Dantas, H (2013). Cadernos Adenauer, xiv, nº 2, pp. 127-145.

Maurício Costa Romão

Em estudo recente o cientista político Humberto Dantas catalogou dados junto ao TSE sobre as alianças partidárias que se formaram em 2012 na eleição para prefeito nos 5.565 municípios brasileiros.

O quadro acima mostra o resultado do estudo para os 10 maiores partidos nacionais (no Brasil existem 32 partidos oficialmente registrados no TSE, embora apenas 21 tenham representação parlamentar na Câmara Federal).

Observe-se, de início, que nenhum cruzamento é inferior a mil cidades, o que significa que cada um dos partidos listados celebrou aliança com qualquer um dos outros nove em pelo menos 20% dos municípios, exceto em quatro casos (com um pouco menos de 20%): PT com o DEM, com o PSDB e com o PPS e este com o PR.

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TEMPO DE RÁDIO E TV: CENÁRIOS PARA PERNAMBUCO E BRASIL EM 2014

26/01/2014

Fonte: elabaoração própria com base em dados da Câmara Federal para bancadas

 

Maurício Costa Romão

Vide matéria no Jornal do Commercio (PE), do dia 25/01/2014, ou acesse o site.

ALIANÇA POLÍTICA OU OPORTUNISMO ELEITORAL?

09/11/2011

Por Heloisa Helena
para o Acerto de Contas

O debate sobre as alterações da legislação eleitoral há décadas se arrasta moribundo no Congresso Nacional! Atribuem aos penduricalhos relacionados ao tema uma pomposa denominação de Reforma Política mesmo sabendo ao proclamá-la que definitivamente não a querem se de alguma forma as alterações propostas modificarem os reinos dos podres poderes já devidamente consolidados.

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“Puxadores de votos”

30/05/2010

Por Maurício Costa Romão

Uma característica distintiva do sistema eleitoral brasileiro é que os candidatos mais votados nas eleições proporcionais não são necessariamente aqueles que são eleitos.

O que se observa frequentemente, na verdade, é candidatos com votação expressiva não serem eleitos, enquanto outros, de menor votação, às vezes baixíssima, ascenderem ao parlamento, configurando-se nesse processo um flagrante desrespeito à maioria e à vontade do eleitor.

Diferentemente do sistema distrital puro em que os candidatos mais votados são os que ocupam as cadeiras legislativas, independente da origem partidária, o modelo proporcional adotado no país, ao permitir as coligações de partidos e instituir o quociente eleitoral, não segue essa regra desejável.

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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