VOTO DE ESTRUTURA (Publicado no Jornal do Commercio em 14/10/2018)

24/10/2018

 

Maurício Costa Romão

Antes mesmo de o PT definir neste ano quem seria o candidato do partido a presidente, e com Alckmin exibindo intenções de voto abaixo de dois dígitos, dadas ainda as potencialidades dos demais postulantes, boa parte dos analistas políticos prescrevia para a eleição em curso a reedição da antiga polarização PT versus PSDB pela sétima vez consecutiva.

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SEGUNDO TURNO (Publicado no Jornal do Commercio em 14/10/2018)

24/10/2018

Maurício Costa Romão

Há certa divergência entre os analistas e cientistas políticos sobre se o segundo turno é uma nova eleição ou se é uma eleição disputada em duas etapas.

Um expoente da segunda vertente, Alberto Carlos Almeida, desfila estatísticas de eleições recentes no Brasil, mostrando que entre governadores e prefeitos de cidades que não são capitais, o candidato que chegou à frente no primeiro turno acabou vencendo a eleição no segundo em 71% das vezes. Para prefeitos de capitais a incidência é ainda maior, de 88%. Leia mais…

DUAS OBSERVAÇÕES SOBRE A ELEIÇÃO PRESIDENCIAL

24/10/2018

Maurício Costa Romão

 O voto espontâneo

Quando foram divulgadas as pesquisas do Datafolha e do Ibope para presidente, entre 10 e 12 deste mês de setembro, a grande curiosidade dos analistas era detectar eventuais efeitos sobre as intenções de voto decorrentes da facada desferida contra o candidato Jair Bolsonaro.

Dado que o foco principal estava voltado para esse aspecto, passou despercebido um relevante resultado mostrado pelas pesquisas: a razão voto espontâneo/voto estimulado.

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“O OUTRO ERA ELE MESMO…”

24/10/2018

Maurício Costa Romão

Disse o coronel Aureliano Buendía, em “Cem anos de solidão”, que a diferença entre liberais e conservadores em Macondo era a de que os liberais iam à missa das cinco horas e os conservadores iam à missa das sete…

Vivesse no Brasil, diante de partidos tão inorgânicos, o coronel ia repetir algo parecido sobre os rótulos de “esquerda” e “direita” em terras tupiniquins.

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ALIENAÇÃO ELEITORAL E ELEIÇÕES PROPORCIONAIS

30/07/2018

 Maurício Costa Romão

 O enorme descrédito dos eleitores com a política, com os políticos, e com o establishment em geral tem levado a maioria dos analistas a prever altas taxas de alienação eleitoral (abstenção + votos em branco + votos nulos) no pleito de 2018.

A experiência da eleição passada recomenda cautela nessas previsões. De fato, embora o ambiente daquele período fosse muito menos carregado que o de hoje, no qual se vivenciam superposições de crises, o fato é que as bandeiras empunhadas nas manifestações de rua de 2013 (rua física e rua virtual) estavam fortemente impregnadas de sentimentos de anti-política, anti-representação (“vocês não nos representam”) e anti-governo, tal qual se detecta no momento presente.

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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