Pesquisas e Sistemas Eleitorais

O “CONTROLE” DAS PESQUISAS ELEITORAIS (Parte I)

14/11/2012

Maurício Costa Romão

Parte I

Após o primeiro turno da eleição deste ano, a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT-PR), afirmou que o Congresso Nacional deve discutir a metodologia usada em pesquisas eleitorais para evitar que elas se transformem em “instrumentos de campanha”.

Recentemente, o blog de Jamildo Melo postou instigante matéria (Campo Minado”, 25/09/2012), em meio à qual transcreve trechos que embasam uma proposta de maior controle das pesquisas eleitorais, da lavra do nobre deputado federal Sílvio Costa, a ser apresentada à Câmara dos Deputados.

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VERDADE ELEITORAL?

10/11/2012

Maurício Costa Romão

Proclamados os resultados do pleito proporcional de 2012, renovaram-se, urbi et orbi, as críticas ao sistema vigente no Brasil, particularmente quanto à não eleição dos candidatos mais votados.

Na segunda-feira, dia 29/10/2012, a Folha de S.Paulo publicou artigo do senhor Marco Antônio Ramos de Almeida (“Nossos vereadores sem representatividade”), no qual argumenta que é comum o cidadão ser acusado de não lembrar em que parlamentar votou na última eleição: “É que, normalmente, a imensa maioria do eleitorado vota em candidatos que não são eleitos”.

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INTRODUZINDO O “FATOR DE VOLATILIDADE DO VOTO” NAS PESQUISAS ELEITORAIS

09/11/2012

 (Nota Técnica p/ Discussão)

Maurício Costa Romão

As pesquisas de véspera não podem ser comparadas com o resultado oficial porque há um número significativo de pessoas que não estavam com voto consolidado. O acertar é muita sorte” (Márcia Cavallari).

”… é um equívoco comparar a pesquisa da véspera com o resultado das urnas numa eleição marcada por mudanças bruscas nas intenções de voto”. (Mauro Paulino).

Imprevisibilidade

Os principais institutos de pesquisas de intenção de votos conseguem prognosticar acertadamente, dentro da margem de erro, cerca de 95% dos resultados nas eleições majoritárias do país. Este ano não foi diferente.

Entretanto, após algumas estimativas incorretas no primeiro turno desta eleição, o que reavivou as críticas aos institutos de pesquisa, o Ibope e o Datafolha, através de seus dirigentes técnicos, Márcia Cavallari e Mauro Paulino, em respectivo, deram exatamente a mesma justificativa para a ocorrência dos resultados diferentes dos registrados nas urnas.

Os executivos tributam tais disparidades a um fenômeno que se tem detectado recentemente nas eleições brasileiras: a paulatina mudança de comportamento do eleitorado que, cada vez mais, posterga sua decisão de voto para os dias finais das eleições.

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INDEFINIÇÕES ÀS VÉSPERAS DO PLEITO

06/10/2012

Fonte: elaboração própria, com base em pesquisas do IPMN

Maurício Costa Romão

Novos números da última pesquisa de intenção de votos do IPMN para prefeito do Recife, com trabalho de campo nos dias de 3 e 4 de outubro, foram divulgados na web, nesta sexta, 5/09, pelos portais LeiaJá e NE 10. Os resultados detalhados deste levantamento foram publicados hoje pelo JC. O candidato pessebista, Geraldo Júlio, atingiu agora 40% de intenções de voto (decresceu dois pontos em relação à pesquisa anterior), Daniel Coelho pontuou 23% (cresceu um ponto), Humberto Costa ficou com 16% (mesma percentagem anterior) e Mendonça Filho, com 4%, ganhou um ponto.

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LIÇÕES DA PESQUISA

01/10/2012

Marcos Coimbra

Blog do Noblat, 30/09/2012

As pesquisas que o Ibope faz para Confederação Nacional da Indústria (CNI) são sempre importantes. Compõem a mais longa série disponível de levantamentos sobre a opinião pública nacional, com foco em temas de governo e economia. E permitem comparar o modo como todos os presidentes da República modernos foram avaliados.

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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