Conceitos

ELEIÇÃO SEM PESQUISA ELEITORAL?

07/08/2012

Eleitora

É possível uma volta ao passado, quer dizer, ter eleições hoje em dia sem a presença polêmica das pesquisas eleitorais?  

Maurício Costa Romão

Antes de qualquer coisa é oportuno contextualizar o papel das pesquisas eleitorais. Elas são, acima de tudo, um importante instrumento de comunicação social. As pesquisas expressam para a sociedade o que é que o eleitor está pensando sobre o processo eleitoral, quais são suas simpatias ideológicas e partidárias, quais são suas preferências pelos prováveis candidatos, quais são seus sentimentos e expectativas sobre o presente e o futuro, quais são seus principais problemas e apreensões, etc. Então, a pesquisa eleitoral é a caixa de ressonância do pensamento do eleitor, vale dizer, da sociedade.

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DICAS PARA LER UMA PESQUISA

05/07/2012

Texto extraído de: http://www.educared.org/educa/img_conteudo/especiais_eleicoes_dicas.htm

  • Se for uma pesquisa quantitativa, é sempre bom olhar o tamanho da amostra. Em geral, quanto maior a amostra, menor o erro estatístico. E não é só isso. É preciso verificar, também, a dispersão amostral (se for um levantamento em São Paulo, a quantidade de bairros, por exemplo, ou se for no Brasil, o número de cidades). Quanto maior a dispersão, melhor.

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A CATEGORIA DE “VOTOS EM BRANCO, NULOS E INDECISOS” NAS PESQUISAS ELEITORAIS

29/06/2012

Fonte: elaboração própria, com base em pesquisas do IPMN

Maurício Costa Romão

Chama à atenção nas pesquisas do Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN) para prefeito do Recife, realizadas em parceria com o portal LeiaJá e o Jornal do Commercio,  o ainda grande contingente de eleitores que não se decidiu por nenhuma das pré-candidaturas aventadas ou manifestou intenção de votar em branco ou anular o voto. Esse contingente está englobado na categoria de voto em branco, nulo, não sabe, não respondeu. Na média dos cenários de junho, esse conjunto representa 34% dos eleitores, o que é um número bastante elevado.

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BRIGA COM PESQUISA

19/06/2012

Eleitora

À parte da controvérsia envolvendo as pesquisas, incluindo as tentativas legais de controle de seus resultados, vale à pena um determinado candidato, partido ou comando de campanha brigar com os institutos por causa dos resultados desfavoráveis?

Maurício Costa Romão

Não, não vale! Para melhor explicação, é necessário um rápido introito. Todo planejamento de campanhas políticas hoje em dia inclui, necessariamente, a pesquisa eleitoral como ferramenta básica do seu núcleo central de estratégia e decisão. Esse reconhecimento da importância das pesquisas eleitorais por parte dos partidos, dos comandos de campanha, dos estrategistas de marketing político, dos candidatos, é também compartilhado pelo lado do público em geral, do consumidor das pesquisas, do eleitor, naturalmente, nestes últimos casos, sob uma perspectiva mais noticiosa, mais informativa.

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MARGEM DE ERRO EM PESQUISA ELEITORAL

31/05/2012

Eleitor

Acho intrigante o fato de que toda pesquisa eleitoral já vir com erro. Por exemplo, já vem dizendo: “a margem de erro é de tantos por cento, para mais ou para menos”. Por que isso?

Maurício Costa Romão

As pesquisas eleitorais baseiam-se no pressuposto estatístico de que, para se extrair opiniões de intenção de voto dos eleitores, não há necessidade de se fazer entrevistas com todo o eleitorado. Basta consultar uma parte (uma amostra) deste. Por exemplo, o eleitorado brasileiro é de 136 milhões. Para saber as intenções de voto desse universo basta entrevistar 2 a 3 mil eleitores.

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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