Conceitos

O PARADOXO DO ALABAMA

30/01/2011

 

Por Maurício Costa Romão

O Paradoxo de Alabama

Este paradoxo acontece quando um determinado aumento no número total de cadeiras do Parlamento acaba por fazer com que um dos partidos ou coligações perca uma cadeira já conquistada antes.

 A denominação Paradoxo de Alabama adveio da descoberta, em 1880, nos Estados Unidos, de que se a Câmara dos Representantes daquele país tivesse 299 cadeiras o Estado de Alabama teria direito a oito cadeiras, mas se, todavia, o número total de cadeiras da Câmara fosse aumentado para 300, Alabama perderia um assento, ficando com apenas sete.

Veja-se matéria abaixo e exemplo numérico na Wikipédia

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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O Paradoxo do Alabama é um paradoxo eleitoral descoberto nos Estados Unidos da América após o recenseamento de 1880. O Paradoxo do Alabama surge quando, apesar de se aumentar o número total de lugares de um órgão eleito, uma das divisões territoriais perde um lugar adquirido anteriormente.

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PESQUISA ELEITORAL: COMPENSANDO VANTAGEM DO ADVERSÁRIO

17/01/2011

Por Maurício Costa Romão

Suponha uma eleição para Presidente da República com dois candidatos A e B, disputando o segundo turno.

Considere ainda uma determinada pesquisa eleitoral indicando que o candidato A lidera no Centro-Oeste, Norte e Nordeste, com uma vantagem de intenção de votos de 20 pontos de percentagem, e que B está em vantagem no Sul e Sudeste, com uma frente de 10 pontos.

A tabela que acompanha o texto mostra a distribuição do eleitorado de acordo com as grandes regiões do país. As regiões lideradas por A somam 41,70% do eleitorado do país (incluindo 0,15% de brasileiros que estão no exterior) e aquelas onde B está na frente representam 58,31%.

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O QUE É REFORMA POLÍTICA?

10/12/2010

 

Reforma política (Resposta no Yahoo 1):

São mudanças no conjunto de regras e instituições que formam o sistema político, conceito referente à instância detentora da autoridade decisória pública. O sistema político abrange, sobretudo, o governo e sua forma (presidencialista ou parlamentarista), o Poder Legislativo, a organização político-administrativa federativa ou unitária do Estado, o sistema eleitoral e as instituições politicamente importantes da sociedade civil.

O sistema político diz respeito, principalmente, à forma de governo, à organização e representação dos interesses, aos procedimentos legais para a disputa, conquista, o exercício da alternância do poder e à organização administrativa do Estado.

Resumindo, reforma política tem a ver com mudanças na estrutura política do sistema jurídico do Estado.

Reforma política (Resposta no Yahoo 2):

Dá-se o nome de Reforma Política ao conjunto de propostas que visam a alterar, principalmente a nível constitucional, a legislação nacional no que se refere à estrutura política, isso entendido, as eleições, partidos políticos e assuntos relacionados ao mandato e a representação política.

Desde a promulgação da Constituição Federal de 1988 já se discutia a necessidade de uma mudança no sistema político eleitoral envolvendo inúmeros pontos que permaneceram inalterados em relação à Constituição anterior, mas que continuavam a merecer atenção.

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AFINAL, A VANTAGEM É DE 10 OU DE 12 PONTOS?

25/10/2010

Por Maurício Costa Romão

Manchete de primeira página da Folha de S.Paulo da sexta-feira, 22/10/2010: “Vantagem de Dilma sobre Serra sobe a 12 pontos”. Segue-se uma ilustração com dois gráficos paralelos: no primeiro, diz-se que em total de votos Dilma tem 50% e Serra 40%; no segundo, que em votos válidos Dilma tem 56% e Serra 44%.

À parte da peremptória manchete, muitos leitores devem ter-se perguntado: “afinal de contas, a vantagem é de 10 ou de 12 pontos?”.

Tais leitores devem ter raciocinado: a quantidade de intenção de votos atribuída na pesquisa a cada um dos candidatos é um dado número, digamos, 50 milhões para Dilma e 40 milhões para Serra, uma diferença de 10 milhões.

Ora, se a pesquisa é a mesma, como é que essa diferença muda se os entrevistados que declararam voto a Dilma e Serra são os mesmos 50 e 40 milhões de eleitores?

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COMO VOTAR PARA DEPUTADO

01/10/2010

Jairo Nicolau

O Estado de S.Paulo, 22/09/2010

Já recebi quase uma dezena de e-mails com seleções das cenas mais bizarras do horário eleitoral deste ano. O conjunto é quase sempre grotesco e desanimador. Antes tínhamos acesso às campanhas dos candidatos de nosso Estado. O YouTube ampliou enormemente nossas opções. Podemos assistir a performances de candidatos de mais 26 Estados.

Não dá para dimensionar os efeitos negativos destes vídeos sobre uma avaliação geral sobre a política e a atividade parlamentar. Nos resta apenas esperar mais uns dias para observar o perfil dos eleitos, e para sabermos se houve um aumento do números de votos em branco e nulos.

Preocupante, por enquanto, somente a informação trazida pela pesquisa do Datafolha, feita em nove Estados, sobre a intenção de voto para deputado. A pouco menos de um mês para as eleições (a pesquisa foi feita nos dias 7 e 8 de setembro), apenas 1/3 dos eleitores já havia escolhido seu candidato.

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Sobre o autor

Maurício Costa Romão é Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, sendo autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais...

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